sexta-feira, 19 de março de 2010

SIMULADOR DE FINANCIAMENTO

Aqui você confere quanto de juros vai pagar, quanto será a parcela e ainda confere em quantos anos é mais aconselhável se comprometer:

click: http://casa.abril.com.br/canais/testes-simuladores/index_1.shtml

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Empreendimentos com opções variadas apostam na divisão de custos entre os apartamentos

Muito além das plantas dos imóveis, os itens de lazer têm recebido a devida atenção de quem procura um imóvel para comprar ou alugar. Mas o conforto pode custar caro. Reflete não só no preço final do imóvel, mas principalmente na taxa de condomínio. “Quem assume o compromisso de morar em condomínios como estes deve estar ciente do ônus a pagar que é a manutenção da infra-estrutura”, alerta o engenheiro, arquiteto e chefe de gabinete do Crea-Bahia, Giesi Nascimento Filho. De acordo com ele, a oferta de condomínios com ampla variedade de itens de lazer e serviços não é uma tendência exclusiva na Bahia. “Esta é uma tendência e o mercado demanda por isso. Mas é preciso atenção ao assumir o compromisso“, completa.

Para Nascimento, esta tendência se confirma na disposição de clientes que preferem pagar pelo serviço que não utilizam para garantir o preço de revenda. “Estamos vendo que há dificuldade em vender imóveis que não oferecem itens básicos de lazer, como piscina e vagas extras de garagem, por exemplo”. Diante desta tendência, o setor imobiliário tem buscado alternativas para baratear as taxas de condomínio. Empreendimento lançado recentemente na região da Avenida Garibaldi aposta no grande número de apartamentos para “diluir” os custos de manutenção. “Oferecemos 40 itens de lazer, mas o custo será dividido por 372 apartamentos. Estimamos uma taxa de condomínio em torno de R$ 450”, comenta Fernando Motta, diretor da Rossi, empresa responsável pelo projeto. Outra alternativa é a adoção do sistema Pay-Per-Use, em que o morador paga apenas pelo serviço que usar. “O alto custo de manutenção da estrutura e dos serviços foi o grande problema dos antigos apart-hotéis, hoje lançamos um modelo que se adequa às necessidades dos moradores”, afirma o diretor da Akasa, Eduardo Olivieri. Responsável por um lançamento na Pituba, ele diz que é possível oferecer conforto e serviços sem onerar as taxas de condomínio. “Neste empreendimento, por exemplo, vamos promover a economia através da captação de água pluvial e sistema de tratamento de águas cinzas, barateando o custo final de manutenção“.

texto de A Tarde

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Vista para o ar valoriza imóvel em 25%




Quem mora em Salvador é beneficiado pela presença de uma extensa orla marítima com tudo o que dela é possível usufruir. Mas privilégio maior, na opinião de muita gente, é ter o mar diante da janela de casa. Prova disso é que, mesmo com o custo mais alto, imóveis com essa característica são bem procurados por quem pretende investir em apartamentos.

Empreendedores de alguns lançamentos imobiliários da cidade que oferecem unidades com vista para o mar afirmam que esses imóveis custam até 25% mais do que os que estão no mesmo edifício, mas sem esse diferencial.

O diretor da JCG, Ary Gustavo Ribeiro, que lançou um residencial de luxo na Ladeira da Barra, reveça que desde que começou a atuar no setor busca realizar projetos que oferecem apartamentos com vista para o mar. Ele diz que esse nicho dá bons resultados, mas aponta o problema da escassez de terrenos.

"Na região do Rio Vermelho até a Vitória, há poucos espaços ainda disponíveis e a negociação para a compra das casas ou terrenos é muito longa, chega até quatro anos", disse Ary Ribeiro. O Edifício Solaire, que a JCG vai construir na Ladeira da Barra, é de alto luxo e tem unidades com valor médio de R$ 2 milhões. "Para ter uma idéia, apartamentos na Vitória do lado do mar custam R$ 9 mil o metro quadrado, e do lado oposto R$ 5 mil", ressaltou ribeiro.

O empreendedor Antônio Medrado concluiu o Ondina Residence, com 56 apartamentos e prepara outro lançamento, também com vista para o mar, na Pituba. "Vista para o mar é atrativo mesmo com preço 20% maior. Na Pituba, vamos fazer um quarto e sala de luxo, produto que atrai muitos investidores e Salvador tem grande potencial", comentou. O mercado de apartamentos de luxo sofreu paralização com a crise, mas empreendedores afirmaram que a retomada das vendas já está acontecendo.

Infraestrutura- As modificações trazidas pelo Plano Diretor de Salvador, atraem empreendimentos para bairros como Patamares, Piatã e Pituba, com previsão de lançamentos a partir do próximo ano. A aposta para essa região, pelo menos inicilamente, é de unidades voltadas para a classe média.

As carências de infraestrutura na orla são apontadas como prejudiciais para o desenvolvimento imobiliário na região. "A orla não tem sido vista com cuidado pelo poder público. É preciso que se crie melhor estrutura de transporte, iluminação, segurança, comércio para que seja possível viabilizar projetos, sobretudo de luxo e alto luxo", opinou Carlos González, da Mapper Empreendimentos, que vai construir seu primeiro empreendimento de luxo no Brasil em Salvador, no Horto Florestal.

A Arc Engenharia vai construir o empreendimento. A previsão é de que as obras serão concluídas em dezembro de 2012 e o valor médio de cada unidade será de R$ 700 mil. A Mapper é o braço internacional da Agrupconsa, empresa espanhola com atuação na Espanha e em Portugal.

Texto: Sylvia Verônica, de A Tarde

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Construtoras apostam em "imóveis inteligentes"

Conforto, segurança e tecnologia são itens que os consumidores têm procurado e empresários têm agregado aos empreendimentos imobiliários em Salvador e região metropolitana. Ricardo Telles, diretor da Agra Nordeste Incorporadora, que investe neste conceito num dos empreendimentos na capital baiana, confirma a ideia de “um conceito de morar bem com conforto e qualidade de vida” e continua: “Imagine poder programar num dispositivo à ambientação da sala, na função jantar, com uma iluminação específica. Poder num simples comando fechar cortinas, ligar a TV, home theater e aparelho de DVD, para assistir a um filme”, exemplifica.

Um simples toque no leitor digital, ou uma senha substituem as chaves de entrada da casa, da garagem e do portão. Os novos condomínios estão cada vez mais investindo em unidades habitacionais inteligentes. Hoje se pode programar um banho a partir de um comando de um celular ou computador, antes mesmo de chegar em casa.

Todos esses atrativos dos empreendimentos imobiliários local podem ser vistos no Salão Imobiliário da Bahia promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi). O evento acontece entre os dias 11 e 15 deste mês, no Centro de Convenções de Salvador. Mais informações no site do envento (cl

A ideia, segundo Telles, é que o proprietário tenha total controle de acesso e funcionamento do imóvel. E indica um valor onde, segundo ele, o preço final não seja incompatível aos condomínios de classe A de Salvador. “No Condomínio Greenville, que tem 45% do empreendimento vendido em pouco mais de um mês do seu lançamento, um imóvel com 130 a 170 metros quadrados gira em torno de R$ 500 mil”, informa.

Texto: Fidel Tavares, do A TARDE

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Arquitetura ecológica e sustentável


Arquitetura ecológica e sustentável é um conceito que reúne não apenas aspectos ambientais, mas também sociais e econômicos. Erguer construções que utilizem, de maneira eficiente, os recursos naturais como aliados de quem vai morar ou trabalhar nelas e, ao mesmo tempo, poupar energia e água é um desafio urgente para arquitetos e engenheiros.

As características de um edifício sustentável, ou green building, incluem também aproveitamento de construções já existentes e de material de demolição, preservação e restauração do ecossistema e da comunidade, além de projetos que visem manutenção e operação otimizadas. As prioridades passam ainda pela reciclagem da água da chuva, escolha de madeiras certificadas, utilização de softwares que calculam o corte inteligente de mármores, madeiras, etc., e estudo do microclima local, possibilitando a criação de um ambiente seguro, confortável e saudável.

“Uma construção sustentável começa, obrigatoriamente, por um planejamento integrado e cuidadoso de todos os envolvidos na obra: arquitetos, engenheiros, mestres-de-obras e paisagistas”, explica Alexandra Lichtenberg, arquiteta do projeto-modelo Ecohouse Urca, no Rio de Janeiro, uma casa reformada para “testar, na prática, a viabilidade de se construir uma residência projetada para reduzir a demanda de energia elétrica e de consumo de água potável ao mínimo, mas conservando e até aumentando os níveis de conforto de uma residência convencional”.

No Brasil, aos poucos, idéias ecologicamente corretas começam a ser introduzidas em algumas construções, mas a evolução tem sido lenta e na opinião de Alexandra, insatisfatória. “Na construção civil brasileira ainda há uma forte cultura baseada em preços mais baixos e no lucro máximo”, lamenta. “É uma miopia muito grande, pois estamos consumindo nossos recursos naturais rapidamente e desperdiçamos demais. As construtoras preferem não gastar com um planejamento minucioso que poderia estimular soluções inteligentes que a longo prazo trariam benefícios tanto econômicos quanto para o meio ambiente”.

Fonte: site dicasautore.com.br

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GREENVILLE ETCO



São 900 mil m2 de terreno onde 350 mil m2 da área verde foram preservados. O Greenville contará com dois acessos: Av. Pinto de Aguiar e Patamares.
O primeiro condomínio a ser construído é o ETCO, com entrega prevista para 2012. Serão 3 torres em um terreno de 18 mil m2. Ou seja, muita privacidade e distância ideal entre as torres e especialmente, entre os condomínios.

INCORPORAÇÃO: AGRA
CONTRUÇÃO: ARC Engenharia
FACHADA: Toda em pastilha cerâmica
TOTAL DE UNIDADES: 306 apartamentos (3 torres)
TOTAL DE PAVIMENTOS: 25 Penthouse
UNIDADES POR PAVIMENTO: 4 aptos por andar / 4 elevadores por torre.
ÁREA PRIVATIVA: 200 aptos de 130m2 e 04 Penthouse de 287 m2; 100 aptos de 171 m2 e 2 penthouse de 370 m2
VAGAS DE GARAGEM POR UNIDADE: 2 (130m2) / 3 (287 m2) / 4 (372 m2);
MEDIÇÕES: Água e Gás individuais;
Portão de clausura para pedestres; Depósito nas garagens para todas as unidades;
DISTÂNCIA ENTRE AS TORRES: 17m (entre a T01 e T02) / 11m (entre T02 e T03)

PROJETO ARQUITETÔNICO: MCAA
PROJETO PAISAGÍSTICO: Marcelo Novais
PROJETO DECORAÇÃO: Janaína Leibovitch

As áreas comuns do condomínio SERÃO ENTREGUES EQUIPADAS E DECORADAS SEM TAXA DE IMPLANTAÇÃO e terão: piscina de biribol, piscina com raia de 25m, piscina infantil e piscina de adulto com deck molhado, quadra e churrasqueira, playground, sala de estudos, de jogos, espaço gourmet, salão de festas adulto, salão de festas infantil, brinquedoteca, fitness, sala de descanso, cinema, espaço mulher.

Sistema de Automação : IHOUSE, entregue no empreendimento.
Smartdoor - Um equipamento que armazena os dados do usuário e permite abrir portas com leitura biométrica (impressãodigital),registrando a data e hora da entreda.
SmartGate - Um sistema que integra câmeras de segurança com um software de reconhecimento de placas e um banco de dados. Só os automóveis cadastrados têm acesso aos prédios,abrindo o portão automaticamente.
Smartsauna - Um termostato digital que pode ser acionado pela internet,celular,ou pc,onde você controla a umidade,a temperatura e dosa as essências para encontrar a sauna no seu gosto.
Smarteye - Pro-Sistema de segurança instalado na guarita do prédio.

Visite o site oficial: http://www.bairrogreenville.com.br/

Temos tabelas de preços e book eletrônico que poderemos enviar via e-mail.

Leia a matéria que postamos baixo, sobre tecnologia da automação.

Caso se interesse pelo GREENVILLE, que é um novo conceito de morar, entre em contato conosco para que possaos agendar uma visita ao local do empreendimento: robertolopo@uol.com.br (71 9115.9000) ou jacquelinefurtado@hotmail.com (71 9153.5333)

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Tecnologia permite casas com controle remoto

Por Thais Rocha

Decidir, através de um comando pelo celular, ou pela internet, se, ao chegar em casa, o morador quer encontrar as luzes acesas, o ar-condicionado ligado, as persianas abertas ou o banho na temperatura ideal ainda pode parecer meio surreal. Mas esta tecnologia acaba de chegar em Salvador. Trata-se do sistema de automação residencial, um luxo que hoje é para poucos, mas que tende a entrar no cotidiano de todos. “Já tínhamos muita tecnologia disponível, mas no dia a dia, as residências continuavam como há 50 anos”, argumenta o empresário Leonardo Senna, sócio e fundador da iHouse, empresa que desenvolveu os sistemas e que trouxe esta opção para a capital baiana.

São comandos como a touchdoor, uma fechadura eletrônica que dispensa o uso de chaves ou cartão magnético. A porta é destravada através da leitura da impressão digital, ou de uma senha. O sistema também mostra qual o horário e o dia das últimas vezes em que a porta foi aberta. Outros sistemas permitem acionar o acender e apagar de luzes, o funcionamento do ar-condicionado e estabelecer comandos específicos para definir a temperatura e o fluxo de água do chuveiro. “Ao final do banho, é possível saber quantos litros de água foram utilizados e estabelecer um programa com maior economia”, explica Leonardo Senna.

O sistema prevê a instalação de diversos equipamentos, que podem custar entre R$ 6 mil a R$ 250 mil, a depender da quantidade de itens a serem automatizados. “O custo depende do pacote que o cliente escolhe, existem várias opções”, comenta Senna. A tendência, porém, é baratear o custo destes sistemas à medida em que forem sendo popularizados. Tendência “Estamos passando por um período de transição quando o assunto é a automação imobiliária”, comentou o chefe de gabinete do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, Giesi Nascimento. De acordo com ele, a casa do futuro é aquela que está em constante formação. Nascimento lembra que em um passado recente, os porteiros eletrônicos que permitiam a identificação de quem chega através de câmeras eram considerados luxo para poucos. “Hoje, este sis-tema está popularizado e pode ser visto em todo lugar”, disse.

O representante do Crea- BA considera que os sistemas de automação que são voltados para a segurança tendem a se popularizar com maior velocidade. “Hoje em dia, a busca por segurança virou uma constante, não costumamos medir esforços para isso”, completou. Com o aumento da demanda, a tendência é que os equipamentos passem a custar menos, já que começam a ser produzidos em escala. Além disso, ele destaca que a tendência da classe média optar por condomínios facilita o acesso aos sistemas de automação, já que os custos passam a ser divididos por todos os moradores.

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VENDE-SE CASA ENCONTRO DAS ÁGUAS

Espetacular casarão estilo neoclássico em Encontro das Águas:

- mais de 1000m² de área construída
- desocupada
- 4 suítes com closet e banheira de hidromassagem
- suíte independente de hóspede
- salão de 100m² com 3 ambientes
- home-cinema
- 2 cozinhas
- piscina, saunas, sala de ginástica
- vagas cobertas para 10 carros

Entre no site: http://www.casad3.hpg.com.br/

Valor: R$ 2 milhões, sendo R$ 1 milhão à vista e o restante, negociável.

Havendo interesse, entre em contato: robertolopo@uol.com.br (71 9115.9000)ou jacquelinefurtado@hotmail.com (71 9153.5333)

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Dicas rápidas: prateleiras e lanternas

•Se você alinhar as lombadas dos seus livros bem na borda da estante ou prateleira, não só eles ficarão mais retos, como ainda você se livrará do acúmulo visível de poeira nas suas estantes. E ainda por cima não surgirá a tentação de colocar outros objetos de decoração onde eles possam atrapalhar a visibilidade ou a retirada de seus livros! É só lembrar de passar o aspirador atrás dos livros de vez em quando.

•Se você comprar dois chaveiros-lanterna com LED (e não lâmpada incandescente – usa uma pilha de relógio, ilumina super bem e tem longa duração) e colocar um na chave do carro e outro na sua chave de casa, sempre saberá onde encontrar iluminação nos momentos em que mais precisar. Compre ainda um terceiro se tiver onde fixá-lo em sua caixa de ferramentas doméstica.

Texto: Augusto Campos

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quinta-feira, 18 de março de 2010

Venda de imóveis usados movimenta R$ 7 bilhões

Thais Rocha, do A TARDE

Nem só de lançamentos vive o mercado imobiliário. Cerca de 70% das negociações do setor na Bahia envolvem imóveis usados, segundo a estimativa do diretor de habitação da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-BA), José Azevedo Filho. Estas negociações, segundo ele, movimentam mais de R$ 7 bilhões ao ano, número que pode ser ainda maior, já que não há números oficiais sobre o setor.

A maioria das negociações acontece entre compradores e vendedoras da capital e do interior. “Há muitos casos de famílias que vão morar no interior ou que enviam os filhos para estudar na capital”, comenta. Nestes casos, imobiliárias costumam manter certa rede de contatos para facilitar nas negociações, mas o sucesso do processo depende muito da rede formada por cada uma das empresas.

Como o segmento costuma ser operado por empresas familiares, uma multinacional passou a explorar este potencial. A Remax foi apresentada ao mercado baiano na semana passada propondo a criação de ampla rede de imobiliárias para negociações de forma remota.

O vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), Luiz Alberto Vasconcelos, comenta que a formação de redes não é uma estratégia nova na Bahia. “O sucesso depende da forma como esta rede é formada, só não sei se o mercado vai receber bem a metodologia desta nova empresa”, avalia.

O conceito da Remax é formar uma rede de franquias com pequenas imobiliárias e estabelecer um banco de dados único. “Através desta rede é possível negociar imóveis em 78 países”, diz o presidente da empresa, Dave Liniger.

No Brasil, a Remax chega operando na Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Goiás, Tocantins, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Dave Liniger conta que foram os franqueados em Portugal que chamaram a atenção para o País.

Há três anos, eles apresentaram o potencial dos terrenos no litoral norte da Bahia. “Passamos três anos analisando o mercado, treinando pessoal e investindo na prospecção da marca no País”, explica Liniger.

De acordo com ele, o Brasil é a “menina dos olhos” do mercado mundial de imóveis, junto com a Rússia, China e Índia, o bloco de países considerados com maior potencial de crescimento econômico.

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Para dedos verdes





O kit Mini-Estufa Pet Pira, à venda na Tok & Stok, é uma boa pedida para ensinar jardinagem às crianças ou mesmo testar sua habilidade de “meninos do dedo verde”. Em duas versões: Ervas I e Pimentas. Cada embalagem – 26 reais – vem com seis minivasos de cerâmica, terra vegetal, adubo granulado e sementes.

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Aprenda a deixar sua cama como a de um hotel 5 estrelas

É sabido que passamos um terço da vida na cama. Então, que seja com estilo. E para deixar sua cama parecida com a de um hotel cinco estrelas ou dos catálogos de lojas de decoração não é preciso gastar muito dinheiro, nem tempo. A chave está na organização das peças, compra planejada e alguns cuidados que não levam mais do que cinco minutos. "É a principal peça do quarto e representa um estilo de vida", disse a psicóloga Maria Cristina Falotico, conhecida como Kriko, coordenadora da Trousseau há nove anos e que dá cinco dicas:


1 - Arrumação: Não jogue fora a alma do lençol, o papelão que vem na embalagem, pois serve para manter a peça bem dobrada. Fica mais fino e ocupa menos espaço. As capas de edredom também devem ser dobradas como os lençóis.

2 - Renovando o visual: Invista em capas de edredom, mantas, almofadas, itens mais fáceis de serem trocados. Sempre em padrões ou tons que possam ser coordenados com a maioria das peças que possui. Uma boa dica é comprar fronhas avulsas que podem mudar a cara da cama.

3 - Vida útil: Se quiser prolongar a vida dos lençóis, aumente o número de peças para não usá-los com tanta freqüência. Segundo a consultora, o ideal são 12 conjuntos de lençol e seis capas de edredom. Kriko também recomenda o uso de sabão neutro e nunca adicionar produtos com ação alvejante durante a lavagem.

4 - Cara de recém-passado: Um truque muito simples para tirar o aspecto de amarrotado dos lençóis é borrifar uma mistura de 30% álcool e o resto de água sobre eles para, em seguida, passar a mão por cima.

5 - Cheirinho de recém-tirado do armário: Substitua a solução de álcool e água pelas águas para perfumar. Depois de borrifar, passe a mão para esticar o tecido, espere secar por uns minutos e arrume a cama.

Fonte: site Terra

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Simuladores virtuais de revestimentos para facilitar a vida do cliente

Testar as cores das paredes e pisos sem sair de casa. Toda essa mordomia já é possível de ser desfrutada por quem está pensando em trocar o revestimento dos ambientes. As lojas especializadas em tintas e pisos disponibilizam pelo site um simulador virtual de fácil manuseio com um amplo banco de cores e tipos de material. A ferramenta pretende reduzir o tempo com pesquisas e experimentos sem resultados imediatos no mundo real.


"No site da Coral, essa ferramenta é uma das áreas mais visitadas. É fácil de manuseá-la, já que em apenas alguns cliques você pode transformar totalmente o ambiente que deseja. Para quem está utilizando pela primeira vez, a dica é procurar o ambiente que mais se aproxima com o que se deseja pintar (quarto, sala, banheiro). Além disso, o consumidor deve testar todas as idéias que tiver, sem restrições, e deixar a imaginação fluir", diz a analista de marketing da Coral, Bruna Santalucia.

No site da Suvinil, o cliente tem a opção de fazer uma simulação das cores com fotos de ambientes de sua própria casa. A ferramenta disponibiliza um manual com o passo a passo para incluir as imagens.

"É só o internauta fazer o upload da foto do ambiente desejado ou até mesmo utilizar as imagens de ambientes disponíveis no site para, então, escolher as cores que deseja simular em cada parede, janela, porta etc. Há também opções para preencher a parede toda ou selecionar pequenos espaços com as ferramentas pincel e rolo. Além disso, o site disponibiliza um banco de imagens de móveis e acessórios que ajuda a decorar o ambiente", explica a gerente de propaganda e promoção da Suvinil, Mirian Zanchetta.

Outra opção de simulador de revestimentos é o do site da Eucatex. Nele, o cliente pode trocar as cores da parede e os tipos de piso.


"Nós temos um banco de dados com mais de duas mil cores. Utilizamos a cor mais próxima possível da real no simulador. Em alguns casos, podem haver ligeiras transformações. O monitor, por exemplo, pode ser responsável por esta alteração", diz Álvaro Romualdo Neto, da área de produto da Eucatex.

Além de dar conforto ao cliente, os simuladores reduzem o desgaste emocional com as várias tentativas de combinação de cores no mundo real.

Fonte: O Globo

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ANTES DE COMPRAR UM IMÓVEL

1. Visite o imóvel em diferentes horários para verificar se bate sol e se é bem ventilado e iluminado. Esses aspectos podem desvalorizar ou até prejudicar o imóvel.
2. Converse com os vizinhos para saber como é a infraestrutura, se existe variedade de serviços, meios de transportes, hospitais, escolas, entre outros.
3. Confira se tudo o que foi prometido em folhetos publicitários e prospectos foi cumprido, principalmente os materiais usados, metragens e acabamentos.
4. Verifique se as marcas dos materiais e equipamentos que estão no memorial descritivo são de qualidade, como elevador, azulejos, pisos e metais, por exemplo.
5. Confira toda a documentação, do imóvel e do vendedor, e leia o contrato inteiro com muita atenção. Na dúvida, fale com um vendedor ou advogado especializado.
6. Consulte o Cadastro de Reclamações Fundamentadas ou o Banco de Dados do PROCON, para ver se existem reclamações contra a construtora ou imobiliária.
7. Não feche negócio sem antes ter recebido a aprovação do financiamento que você pediu à CAIXA. Faça tudo com calma e sempre consulte um gerente.
8.Visite o imóvel em dias diferentes para verificar se não existem feiras que interrompam a passagem, bares e discotecas, entre outros. Estes aspectos podem desvalorizar o imóvel.
9. Avalie com calma se o imóvel atende às necessidades da sua família. Se você trabalha em casa, por exemplo, terá um espaço reservado para o escritório?
10. Uma boa circulação é importante. Para avaliar seu futuro lar, imagine-se andando pelo apartamento e pense nas tarefas rotineiras.
11. Contabilize os circuitos elétricos: quanto mais, melhor para que você possa aproveitar o espaço e não ter problemas com a instalação de equipamentos. O ideal é que chuveiros, lava-louças e secadoras tenham disjuntores exclusivos.
12. Verifique o número de tomadas. Se forem insuficientes, você vai acabar rasgando as paredes depois. Hoje, cada ambiente precisa, em média, de cinco a seis tomadas.
13. Pergunte ao construtor se os materiais usados e a espessura das paredes favorecem o isolamento acústico.
14. Confira se as paredes estão retas. Caso não estejam, exija que o conserto seja feito antes de pegar as chaves. A massa que recobre a superfície da parede deve estar bem nivelada.
15. Teste as descargas veja se a água desce normalmente. É comum que os pedreiros joguem sujeira de obra dentro das louças, o que provoca entupimento.
16. Conheça outras obras da empresa. Converse com síndicos e moradores e descubra se ocorreram atrasos, se a assistência técnica é eficiente e se tudo foi entregue como prometido.
17. Tente descobrir qual será o valor do condomínio ou ao menos estime um valor.
18. Observe o entorno do empreendimento e a vista que você terá de seu apartamento (no caso de um prédio).
19. Avalie o que está incluso na área de lazer do condomínio e se você realmente vai fazer uso de tudo

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Cheiro

Cada casa tem seu cheiro, que passa despercebido para os seus moradores. Eles só o percebem depois de uma longa ausência.

Robert Charbonneau, escritor canadense, no livro Ils posséderont la terre (1941)

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Americanos não aprendem com seus próprios erros

Quem não aprende com os erros do passado irá repeti-los no futuro.

É assustador que os americanos não tenham aprendido a verdadeira causa da Crise de 2008, atribuído à ganância dos banqueiros, aos bônus dos administradores, ao mercado não suficientemente regulamentado por professores de universidades, que são os principais proponentes destas propostas.

Quem acompanhou as análises de BQDC sabe a nossa opinião.

Esta crise teve o seu início, a sua força motriz, no incentivo fiscal de dedutibilidade de todos os juros NOMINAIS de dívidas imobiliárias. Até 1,1 milhão de dólares por americano.

Um incentivo para o super endividamento, quem compra casa à vista não tem dedutibilidade.

Só americano, de todos os povos, refinancia a sua casa, o second mortgage, tambem chamado "equity carve out", depois de saldar 80% de sua dívida. Só que desta vez a casa já está quase quitada, e o dinheiro é usado para comprar carros da GM, com juros dedutiveis.

Por isto, o americano é o povo mais endividado do mundo e numa crise de bancos, empresas como a GM também vão à falência e compras a prazo despencam. Pior, embora menos que 10% comprem casas de 1 milhão, elas custam 8 vezes mais do que o preço médio de US$ 160.000,00. São 70 bilhões de subsídios por ano, por isto bancos podiam emprestar para os sub-prime. Era o governo que iria pagar 50% ou mais da casa própria.


Estes professores devem morar em casas alugadas de suas universidades, razão pela qual nenhum professor americano comenta este absurdo fiscal.

A Califórnia está agora revisando suas leis tributárias, mas a dedutibilidade dos juros NOMINAIS continuará. Ou seja, teremos mais uma crise em 2025, já que a primeira crise imobiliária foi em 1988, ou seja cada 20 anos. Ciclo econômico causado pelo próprio governo americano.

No máximo deveria ser somente o juro REAL dedutível, ou somente até US$100.000 para casa populares, e somente uma vez na vida.

Ledo engano.

Fonte: blog de Stephan Kanitz

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Localização, segurança e infraestrutura são determinantes



A avaliação de um imóvel para compra ou venda vai muito além do tamanho, padrão ou estado de conservação. Fatores externos como localização, posição em relação ao sol, e condomínio contribuem em até 20%, no preço final, informam corretores de imóveis.

“Esta é a nossa principal dificuldade com os proprietários que pretendem vender um imóvel”, comenta a corretora especialista em avaliações, Dagmar Pimentel. Ela explica que quem procura um imóvel seja para comprar ou alugar não está em busca exclusivamente do que vai encontrar da porta para dentro, mas da qualidade de vida que aquela casa ou apartamento podem lhe proporcionar. “O que nós avaliamos é este conjunto”, explica.

O vice-presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-BA) Bahia, José Alberto Vasconcelos, costuma dizer que a localização está em primeiro, segundo e terceiro lugares na lista de prioridades. “A avaliação se torna um aspecto relativo, porque costumamos usar o fator de comparação com imóveis negociados na mesma região”.

Avaliação O corretor Marcos Vasconcelos destacou quais fatores contribuem para a valorização ou depreciação do imóvel. “A posição em relação ao sol, por exemplo, pode pesar em até 20% ao compor o preço final”, disse. O primeiro aspecto a ser observado é o bairro e a rua. São avaliados aspectos como infraestrutura, oferta de serviços e segurança. “Não adianta estar em um bairro nobre e próximo a uma área violenta”, comenta. O condomínio é o segundo fator a ser observado na avaliação.

Equipamentos de lazer, como piscina, número de vagas na garagem, conservação dos elevadores e áreas comuns são observados. Mas é o valor da taxa de condomínio o item de maior impacto sobre a avaliação de um imóvel. “Um prédio com um apartamento por andar, sempre tem altas taxas de condomínio e isso dificulta na venda”, explica o corretor.

Uma vez no imóvel, metragem, número de quartos e reparos a serem feitos são observados. É preciso atenção, para o barulho da rua e privacidade.

Texto: Tais Rocha

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Construtoras modificam a planta para agradar

Saiu o Habite-se e o apartamento está prontinho para morar. Só falta você lá dentro. Piso, móveis e armários todos nos seus devidos lugares. Isso até parece fazer parte de um sonho, mas agora, as construtoras dão aos compradores a oportunidade de personalizarem a planta do seu imóvel. Assim, ao se mudar, a pessoa já encontra tudo pronto. Para fazer as alterações a construtora cobra em média, além do preço da mão-de-obra e do material, de 15% a 20% sobre o valor total da obra.

A possibilidade de personalizar todo o prédio também existe, mas é maior quando o mesmo for construido pelo sistema de condomínio, com grupos fechados. Normalmente, são prédios pequenos, com até 16 apartamentos e os moradores decidem as obras em reuniões trimestrais. Nesses casos a construtora fica responsável apenas pela obra.

Na contratação da mão-de-obra de terceiros, como marceneiros ou arquitetos, consulte a construtora, pois geralmente eles tem parceria com vários profissionais e isso facilita o andamento da obra.

Texto extraído do site tudosobreimoveis.com.br

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