segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Como reconhecer o potencial de um imóvel antigo



Antes de riscar aquele apartamento antigo, em estado de conservação duvidoso, de seus planos de compra, confira essa reportagem. Espaços amplos, pés-direitos generosos e detalhes charmosos de um imóvel podem estar ofuscados por vazamentos, rachaduras, revestimentos danificados e pela má distribuição dos ambientes.

Às vezes, o estado de deterioração é tão avançado que a desvalorização pode atingir até 50% do valor de mercado da unidade. Ou seja, você pode adquirir um imóvel de cerca de 100 m² pelo preço equivalente ao de uma unidade popular, normalmente com tamanhos entre 40 m² e 50 m².

Mas antes de sair por aí achando que comprar um apartamento antigo é sempre um negócio da China, faça uma avaliação criteriosa para descobrir as causas da desvalorização. O primeiro ponto a ser analisado é a localização. Um apartamento pode até preencher suas exigências, mas se estiver numa área muito degradada, não será um bom negócio.

Outro aspecto muito importante é a vizinhança. Procure conhecer por alto os hábitos de seus futuros vizinhos e analise se o ambiente do local é compatível com seu modo de vida. Além disso, fique atento a dois aspectos: utilização e idade das unidades. O uso comercial, por exemplo, aumenta o tráfego de visitantes e pode interferir na segurança dos outros moradores. Quanto ao tempo da construção, a vida útil de um imóvel é de 60 anos, depois disso a desvalorização é muito grande em razão da possível deterioração das estruturas.

Para evitar surpresas, ao visitar o imóvel, examine, com ajuda de um especialista, as instalações hidráulicas e elétricas do apartamento e do prédio. Quando o encanamento e a fiação estão em mau estado apenas na unidade, uma boa reforma pode resolver. Mas se o problema for geral, em todo o edifício, existe o risco de interdição do prédio e até de acidentes graves. Procure saber também se há propostas de melhorias no condomínio.

A etapa final para detectar o potencial da unidade para se tornar seu novo lar é o acabamento externo e a distribuição interna dos ambientes. Rachaduras muito extensas e profundas na vertical são a deixa para identificar um imóvel condenado. “Quando uma parede aparenta que vai cair, cai mesmo”, diz o decorador Ricardo Cintra, da Oficina de Projetos.

No mais, de acordo com Cintra, tudo tem jeito. Um piso de tacos já opaco pode ganhar brilho e beleza com raspagem e uma aplicação de ácido para clarear as marcas da deterioração. Já os azulejos e pisos podem ser sobrepostos por texturas e novos revestimentos sem nenhum quebra-quebra.

Fonte: Planeta Imóvel

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Valorize seu imóvel antes de vendê-lo



Lembre-se que deixar a residência mais apresentável não significa promover uma verdadeira reforma, pois isso pode trazer mais gastos do que lucros

Na hora de vender o imóvel a pessoa deseja comercializá-lo pelo melhor preço possível. Para aumentar as chances de venda, o proprietário não deve implementar melhorias que atendam apenas ao seu gosto, como a colocação de piso de mármore, construir uma churrasqueira ou fazer uma piscina.
Valorizar sua residência antes de vendê-la não significa promover uma reforma geral no imóvel. Às vezes, simples reformas como conserto de vazamentos, de cerâmicas ou azulejos quebrados e uma pintura tornam o imóvel mais atrativo aos olhos daqueles que querem fazer o negócio.

Também não adianta definir valores altíssimos que se encontrem acima das disponibilidades dos compradores. Isso acaba inviabilizando o negócio. O ideal é descobrir como deixar seu bem mais atraente, para assim potencializar seu preço. Embora quase sempre a avaliação do imóvel seja pré-determinada por critérios básicos como localidade e ano de construção, muitas vezes é possível agregar valor a ele através de investimentos e mudanças bem baratas.

O gerente da Polo Empreendimentos Imobiliários, Carlos Augusto Rodovalho, afirma que, com muito pouco você pode aumentar o interesse do comprador por seu bem, o que lhe confere o poder de deixá-lo mais caro. Segundo ele, o primeiro passo é fazer uma limpeza geral no imóvel. Se as paredes estiverem sujas deve-se fazer a pintura, tirar manchas do chão, consertar pisos quebrados, tirar vazamentos de água. Se o piso for de carpete ele deve ser substituído por cerâmicas.
Investimentos em churrasqueiras, colocação de pisos de granito, fazer uma nova jardinagem e outros gastos maiores devem ser evitados. “É preferível guardar esse dinheiro para comprar o outro imóvel”, orienta Carlos Rodovalho.

Repensar
Os corretores de imóveis e arquitetos são unânimes em afirmar que investir R$ 50 mil em uma reforma não significa que a propriedade terá essa valorização na hora da venda. O primeiro ponto que o proprietário deve ter em mente é que elementos superficiais não agregam valor ao imóvel, como televisão e telefone no banheiro.

Por isso, vale a pena seguir algumas dicas antes de estabelecer o preço de sua residência e partir para a negociação com os interessados na compra.
Vale lembrar que valorizar sua residência antes de vendê-la não significa promover uma reforma geral no imóvel, o que traria gastos eventualmente superiores aos ganhos obtidos com a comercialização. Nessa hora, vale o bom senso, ou seja, concentre suas despesas em áreas pouco onerosas que possam trazer um retorno significativo.

Um bom começo é passar uma mão de tinta em todas as paredes do imóvel. Veja bem: apenas uma mão de tinta. Você não precisa fazer a pintura mais minuciosa e cara do mundo, mas sim “cobrir” os sinais do tempo, o que já é o suficiente para “maquiar” a residência e valorizá-la à primeira visita do comprador. O mesmo vale para limpeza das pias, luminárias, janelas, portas e enceramento dos pisos.

Uma vez pintada e limpa, a residência agora não pode denunciar pequenos problemas que muitas vezes são o suficiente para comprometer sua avaliação. Com muito pouco dinheiro você é capaz de consertar torneiras ou chuveiros pingando, portas que não fecham corretamente e maçanetas quebradas.

Não se esqueça também de conferir se os espelhos encontram-se enferrujados, se as luzes estão queimadas ou se as portas fazem barulho ao serem abertas. Estes pequenos consertos têm um custo baixo e, caso sejam negligenciados, geralmente passam uma impressão negativa do imóvel ao comprador.

Outra forma de deixar a residência mais apresentável é simplesmente mantê-la organizada, como se estivesse em um anúncio de vendas. Empacotar objetos a serem transportados, ordenar os itens dispostos nas prateleiras, dobrar lençóis e toalhas são detalhes que podem contribuir neste momento. Lembre-se: bagunça não ajuda em nada.

Reformas
Mas se o comprador gostou do seu imóvel, se propôs a pagar o preço pedido, mas pede que as reformas sejam feitas por você, é melhor assumir essa “dor de cabeça”. Têm pessoas que preferem comprar uma casa pronta, em que não seja preciso fazer ajustes ou reformas. Se você está vendendo um imóvel, e o chão da cozinha precisa ser trocado, vale mais a pena você arcar com os custos da reforma do que oferecer ao comprador um desconto no preço de venda.

Isso porque em geral o custo da reforma é bem menor do que o desconto que terá de oferecer para o comprador. Muitos vendedores acreditam que o melhor é deixar o comprador fazer a reforma, porque assim pode fazê-la como quiser, mas a verdade é que a maioria das pessoas não quer essa preocupação, e aquelas dispostas a tal, em geral aproveitam a oportunidade para exigir um bom desconto no preço.

Assim, financeiramente vale mais a pena arcar com esses ajustes você mesmo, e depois não ter de negociar ajustes no preço. Afinal, o número de pessoas interessadas aumenta, e você precisa fazer menos concessões com relação ao preço.

Dicas valiosas

* Limpeza - Manter o imóvel bem apresentável, com paredes, pisos, móveis e objetos limpos

* Paredes - Fazer uma pintura nas paredes

* Pisos e revestimentos - Se as cerâmicas ou azulejos estão quebrados ou soltando devem ser trocados antes de colocar o imóvel à venda

* Carpete - Se o piso for de carpete ele deve ser trocado por cerâmica. Com o clima quente que se faz em Goiás ninguém quer e gosta de pisos forrados com carpetes

* Cozinha - Os compradores prestam atenção no gabinete, pia, gavetas e pisos. Coloque materiais clássicos e sem extravagância

* Banheiros - Para reformar, monte uma planilha de custos e siga à risca, dividindo bem seu orçamento entre louças, metais, revestimento de parede, piso e objetos de decoração. Se não contar com muita verba escolha o que precisa de reforma urgente

* Janelas e portas - Depois de pintar a casa, estes objetos podem revelar a idade do imóvel. Parta para a troca de janelas e portas, caso uma pintura não dê um bom resultado. Caso resolva trocar, faça sob medida, o que diminui os gastos

* Jardins - Renová-lo não refletirá muito no valor do imóvel, mas pelo menos atrairá mais interessados

* Piscinas e decks - Construir piscinas pode não ser um bom negócio, já que famílias as evitam por segurança e pelo alto custo de manutenção. Com relação ao deck, cuidado com o material, para não ter de gastar mais para consertar tábuas

* Novos espaços - Melhorias funcionais são mais efetivas do que estéticas. Use uma pequena área, por exemplo, para montar uma sala de home theater

Fonte: Jornal o Popular

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Jardinagem pode servir de terapia para moradores de apartamentos


Para muita gente, cuidar da jardinagem é sinônimo de qualidade de vida. O hábito acaba tão incorporado ao estilo de vida que pode ser desenvolvido mesmo quando o espaço em casa é pequeno ou se mora em apartamento.

O arquiteto Fernando Melo projetou seu apartamento com espaço para as plantas. Ele cuida de tudo pessoalmente. “Há uma necessidade muito grande de ter verde em casa. Quando a gente sente que vem a brisa, dá pra perceber que há vida na própria planta. Ela faz o movimento de acordo com o vento que está batendo”, disse.

“A gente pode considerar que é uma terapia. Ficamos procurando algumas pragas, folhas secas, se está bem adubado, se a terra tá úmida. Sem ter estes cuidados, não vai ter beleza”, afirma.

Zilá da Fonseca Oliveira planta hortaliças na cobertura de seu apartamento. Nos canteiros suspensos, ao invés de flores, ela cultiva couve e cebolinha. “Para mim é uma alegria plantar, mexer com a terra. E eu planto e fica bonito”, diz a dona de casa.

Para a salada, ela planta pimentão. O pé de hortelã fica verdinho o ano todo. Ela aproveita tudo para cozinhar. “Faço quibe, tempero carne de porco e suco de abacaxi. Fica uma delícia.”, afirma Zilá.

Além da vantagem de ter verduras sempre às mãos para uma alimentação saudável, o cultivo de hortas em apartamentos é também uma terapia. “Gosto muito de mexer na terra, plantar. É a hora que eu fico mais calma. Eu acho que vale a pena plantar um pé de couve”, diz.

Joana D’arc Ribeiro transformou a área de serviço do apartamento com o passatempo da jardinagem. O local, que mais parece um terreiro de fazenda, é onde ela passa a maior parte do dia. Alem das plantas, ela tem um viveiro onde cria pássaros, todos com registro no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Nos vasos, ela cultiva pimenta e frutas como romã. Ela também tem um pé de acerola e gosta de cultivar ervas. O manjericão ela usa para temperar o molho de macarrão. A arruda serve para espantar o mau olhado. O alecrim, ela também usa na cozinha. “Uso em carne de frango, carne de porco, peru... é muito bom!”, diz Joana.

Dicas

O paisagista Lúcio Costa dá dicas das plantas mais apropriadas para cada tipo de lar. As árvores frutíferas são indicadas para apartamentos. “Plantamos em vasos a uva, pitanga, acerola, carambola, laranjinha e limão galego”, conta o paisagista.

Quanto às ervas e hortaliças, ele aconselha: “o que a planta mais exige é luz e sol. Ela precisa ficar no mínimo quatros horas no sol, preferencialmente o da manhã."

Para plantar, escolha um vaso mais aberto e coloque bolinhas de cerâmicas. Elas podem ser substituídas por pedaços de telha. Coloque por cima uma manta, para filtrar a água. Misture composto de terra com areia, esterco e adubo orgânico. Depois, é só tirar a muda da embalagem e plantar.

Se a raiz estiver enrolada, deve ser aparada, se não a planta não desenvolve. Aperte bem e regue. “Planta precisa de água regularmente."

Fonte: G1

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Dicas para fazer o seu seguro residencial



Você já pensou em fazer um seguro residencial? Há quem pense que proteger um imóvel pode sair caro. Mas o preço pode ser mais em conta do que muita gente imagina. Por um valor anual de até 0,2% do custo total da cobertura, você pode proteger o seu imóvel contra incêndio, roubo, danos elétricos, raios além de danos a terceiros. Segundo especialistas, é bem menos do que um seguro de automóvel, que pode significar 10% do valor total da proteção de um carro.

As seguradoras oferecem pacotes padronizados, com diversos tipos de cobertura. A principal é a de incêndio, que contempla o maior valor de indenização. Adicionais, como roubo, danos elétricos e raio podem ser incluídos no plano principal de acordo com o interesse do cliente. O valor do seguro é proporcional ao risco do imóvel. Ou seja, a proteção de uma casa sai mais cara do que a de um apartamento. O mesmo vale para os imóveis de veraneio que podem ter um valor mais alto do que as moradias permanentes.

O diretor técnico da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, Wady Cury, chama atenção para o cuidado em não fazer coberturas desnecessárias e para a importância de guardar os comprovantes de bens do imóvel.

“Quem mora em prédio já tem cobertura de incêndio que é oferecido ao empreendimento como um todo. Portanto, é importante que seja garantida a cobertura do conteúdo do apartamento. Antes de fechar contrato, o cliente deve analisar tudo o que pode ser perdido em decorrência de um incêndio. Além disso, é importante que ele guarde os comprovantes de pagamento e as notas fiscais de seus bens para que na hora da inspeção, não haja qualquer conflito e seja agilizada a indenização”, alerta Wady Cury.

Além das coberturas aos bens do imóvel, as seguradoras também oferecem proteção de responsabilidade civil. Isso quer dizer que, caso algum segurado danifique acidentalmente algum bem, a seguradora garante a cobertura do dano. De acordo com a gerente de produtos do Itaú-Unibanco, Aline Coropos, esse tipo de proteção é mais indicado para quem mora em apartamento. Outro tipo de serviço oferecido pelas empresas é de assistência técnica, que pode incluir encanador, chaveiro e eletricista.
Esse serviço permite o reparo de danos que acontecem em nossa rotina.

“Por exemplo, quem já não ficou preso fora de casa por esquecimento de chave ou não teve um problema de vazamento de água? Esse tipo de serviço traz uma boa relação custo-benefício, pois o valor pago é inferior ao que o cliente gastaria sem o seguro”, afirma Aline Coropos.

Fonte: O Globo.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Vá para sua casa nova animado




Tudo está pronto para você se mudar, mas só de pensar em caixas, bagunça, desmontar móveis você já se desanima, certo? Errado, pois com planejamento e organização você é capaz de evitar o desgaste e transformar o dia de mudança em um dia tranquilo.

Veja algumas dicas que podem lhe ajudar com esse processo.

Um mês antes da mudança, contrate carreto ou empresa de mudanças; informe o banco e outros estabelecimentos dos quais é cliente sobre seu novo endereço; arranje material para embalar seus pertences, como caixas de papelão, jornais, plásticos-bolha, fita crepe e caneta esferográfica; e empacote o que você não precisará nesse último mês.
Uma semana antes do grande dia, solicite que as companhias desliguem os serviços essenciais, como telefone e luz, na data marcada e peça para instalá-los na nova casa; coloque seus pertences em caixas, comece a esvaziar a geladeira; deixe apenas alimentos para os próximos dias; faça um backup de seus arquivos antes de desligar o computador; desmonte as camas e deixe somente os colchões nos quartos; e reserve um lugar em sua casa velha para colocar as caixas já fechadas.
Um dia antes embale o que restou na geladeira e limpe-a bem; peça para cada membro da família, incluindo você mesmo, separar uma mochila com itens essenciais, como lanches, escova e pasta de dentes; guarde os pertences de valor; se tiver um bebê na família, deixe à mão fraldas e cobertor; e coloque na bolsa o boleto de pagamento da transportadora.
No dia da mudança oriente a equipe contratada quanto ao para carregamento do caminhão; deixe as caixas frágeis por último; peça para alguém de confiança ir com os objetos e fique na casa vazia; e, por último, dê uma boa olhada para ver se não esqueceu nada.

Agora é começar a organizar sua casa nova e aproveitá-la!

Fonte: UOL

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Pequenos reparos em casa


Manter a casa em ordem muitas vezes não necessita de mão de obra especializada. Em alguns casos, pequenos reparos para a manutenção da casa podem ser feitos pelos próprios moradores.

Confira dicas de como resolver problemas comuns.

FECHADURAS ENGUIÇADAS – Para abrir uma fechadura enguiçada, aqueça a chave com fósforo. Nunca force a chave, que pode quebrar. Vire devagar. Nunca lubrifique o cilindro com óleo ou graxa. Com o tempo, exposto à sujeira, cria crosta. Utilize apenas pó de grafite.

FERRUGEM – Remova a ferrugem e limpe fechaduras, dobradiças e ferramentas de trabalho com um pano embebido em benzina ou ácido clorídrico. Faça-o com luvas e deixe o cômodo em que está trabalhando arejado, pois há leve evaporação de gases. Troque o pano se necessário.

VAZAMENTOS – Na bacia sanitária com válvula de descarga: jogue um corante e observe. Ele deve ficar depositado no fundo do vaso. Caso isso não aconteça, deve existir algum vazamento na válvula de descarga. Na bacia sanitária com caixa acoplada, coloque um corante de cor forte na caixa. Espere de 15 minutos a 20 minutos, se a água do poço da bacia sanitária aparecer colorida, pode haver algum problema no mecanismo da caixa.

RESISTÊNCIA DO CHUVEIRO – Desligue a chave de energia (se não sabe qual é, desligue a geral). Abra o chuveiro e, com a ajuda de um alicate de bico, retire a resistência velha. Encaixe a resistência nova, certificando-se de que não há folga nos conectores. Feche o aparelho, abra o registro da água com ele desligado. Ligue a chave geral. Antes de efetuar a troca, aconselha-se a leitura do folheto de instruções que acompanha o produto. Tenha sempre uma resistência extra em casa.

TROCAR A CAMPAINHA – Descasque a ponta dos fios de circuito elétrico. Conecte os fios da campainha com o circuito elétrico. Utilize as folgas para ajustá-la corretamente. Fixe a campainha na caixa de embutir com os parafusos. Feche a tampa da campainha pressionando-a.

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Truques de óptica que “enganam” os olhos e modificam os ambientes




Você certamente já deve ter tido algum tipo de ilusão de óptica, recurso que os mágicos utilizam para nos fazer ver o que nem mesmo existe. Pois bem, da mesma forma, a arquitetura proporciona boas mudanças na casa somente com esses truques que, na verdade, modificam a forma como enxergamos um ambiente.

Conheça algumas dicas:

Espelhos

Trata-se de um recurso cada vez mais utilizado na sala de jantar, nas paredes de um corredor muito estreito, para dar a sensação de que é mais largo, ou no fundo de um corredor muito curto, que assim ganha profundidade. Faixas horizontais no quarto do casal, seja na cabeceira ou sobre as portas dos armários, também alongam as paredes;

Pinturas

Para diminuir uma sala retangular muito comprida, pinte suas paredes menores com uma cor mais escura. Já para disfarçar uma viga, pinte a parede no mesmo tom. Caso queira destacar um canto, aplique uma cor mais intensa na parede de fundo. Aplique uma cor mais escura em duas paredes paralelas para alongar um ambiente quadrado;

Rebaixar e elevar o teto

O recurso de rebaixar diminui o pé direito, o que às vezes é necessário em construções antigas. Basta pintar o teto com uma cor mais escura que as paredes. Já para elevar, é o contrário, pois aumenta o pé direito. Para isso, é necessário pintar o teto com uma cor mais escura.

Fonte: Portal IG casa

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Consumir de maneira responsável faz muita diferença



Consumir de maneira responsável faz muita diferença

É muito fácil ajudar o meio ambiente. O simples hábito de consumir de maneira responsável faz muita diferença e a natureza agradece sua atitude. Veja abaixo como ser um consumidor responsável.

. Use os dois lados da folha de papel;

. Imprima e-mails e documentos somente quando necessário;

. Não pegue panfletos entregues na rua a não ser que esteja interessado nas informações. Se pegar, não jogue na rua depois de tê-lo lido;

. Utilize calculadoras e lanternas que possam funcionar com energia solar ou dínamo. Desta maneira não é necessário usar pilhas;
. Dê preferência a produtos de madeira com o selo de certificação florestal, o FSC. Esta é a garantia de que a madeira foi retirada corretamente. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa. Ao comprarmos produtos sustentáveis, diminuem os incentivos para desmatar a floresta;

. Consuma alimentos da estação e dê preferência aos orgânicos, que não utilizam agrotóxicos. Assim você cuida da sua saúde e do meio ambiente;

. Evite pegar sacolas plásticas desnecessariamente. Carregue uma sacola ou uma mochila com você quando for fazer compras. Assim estará gerando menos lixo;

. Dê preferência a produtos com pouca embalagem ou embalagem econômica que geram menos lixo;

. Procure comprar produtos fabricados perto de onde são vendidos. Desta maneira, os produtos não precisam ser transportados por longas distâncias e, conseqüentemente, não há emissões desnecessárias de gases causadores do aquecimento global;

. Use pilhas recarregáveis, Assim, você evita poluir o meio ambiente e gasta menos;

. Descarte as pilhas em locais apropriados de coleta e não no lixo comum;

. Leve as baterias usadas de celulares para as revendedoras. Elas não devem ser jogadas no lixo comum, pois contêm metais pesados altamente tóxicos para a saúde humana e o meio ambiente;

. Evite substituir seu aparelho celular desnecessariamente. Além de gastar dinheiro, você estará contribuindo para uma maior poluição do planeta;

. Evite comprar o que você não precisa para não gerar mais lixo. Para facilitar, faça uma lista prévia. Além de economia, terá menos lixo;

. Procure melhorar seu computador ao invés de comprar um novo. Anualmente, mais de 20 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartados. A maioria ainda não é reciclada;

. Prefira comprar em lojas que adotem práticas sócio-ambientais corretas;

. Use tintas a base de água para pintar sua casa. Elas são menos tóxicas e menos poluentes;

. Dê preferência a guardanapos e toalhas de pano ao invés de descartáveis.

Fonte: WWF  Brasil

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Vaga de garagem assume status de quarto

Nos tempos em que carro era artigo para poucos, ter uma vaga particular era considerado algo quase supérfluo. Com o passar dos anos, a evolução do mercado automotivo, a expansão do crédito e o esticamento dos prazos de pagamento, os veículos tornaram-se mais populares. De coadjuvante, o espaço na garagem passou a estrela na hora de comprar um imóvel.

“Com o aumento dos prazos e do crédito, a garagem passou a ser importante também para a baixa renda. Vaga tornou-se questão fundamental, independentemente da classe”, afirma o gestor executivo da MRV, Rodrigo Resende.

Leia matéria completa: http://www.portalhd.com.br/cmlink/hoje-em-dia/noticias/economia-e-negocios/vaga-de-garagem-assume-status-de-quarto-1.6752

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Sofá ganha visual sóbrio e linhas retas




Retangular e em tons pastéis, o sofá está mais amplo do que nunca, ideal para você jogar as pernas e descansar sem culpa. A sobriedade é quebrada pelos detalhes: almofadas, mantas e apliques

A peça fundamental de toda sala cresceu, ganhou linhas retas e perdeu divisórias. Os sofás estão mais convidativos para quem gosta de esticar as pernas: a profundidade cada vez maior dos assentos torna difícil colocar os pés no chão. Longos, retangulares e cleans, prezam o conforto e o estilo. Os modelos chaise valem por dois e são perfeitos para cantos ou para separar ambientes. Quem quer ainda mais espaço pode incrementar as peças com pufes ou optar pelo retrátil, que desliza a almofada como uma gaveta, lembrando uma versão chique das poltronas reclináveis.
Para compensar as linhas retas, abuse das almofadas. “É interessante distribuir as almofadas de forma irregular para parecer mais natural. Pode usar muitas e deixá-las jogadas”, exemplifica a decoradora Mariana Sabino. A sala de visitas pede coberturas mais finas, como a camurça ou mesmo a seda. Na sala de TV ou em ambiente com animais, a pedida é por sofás de chenile, couro ou linho — mais resistentes.

O modelo e o tecido dependem do ambiente, mas as cores pastéis e neutras combinam com qualquer decoração. O branco, o bege e o cinza podem ser compensados com tons mais fortes nos detalhes. “Para dar mais personalidade, você pode usar uma manta ou almofadas com estampas e apliques”, ensina Mariana

Fonte: Lugar Certo

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Hora da compra do primeiro imóvel


Muitas pessoas sonham, por muito tempo, com a compra da casa própria. Por isso, diante de uma oportunidade tentadora, é natural que acabem agindo por impulso e fechem rapidamente o negócio.

No entanto, como em toda relação de consumo, é preciso cautela, sobretudo em casos como este, que envolve grande quantia de dinheiro.

Fugir ou não do aluguel
Você certamente já ouviu a frase: fuja do aluguel! Mas é importante ter consciência de que, como em toda regra, existem exceções.

Cada pessoa deve respeitar o seu momento financeiro e suas possibilidades, de forma a tomar a melhor decisão para o seu caso, respeitando obviamente a regra número um da saúde financeira: o planejamento.

Que tal um exemplo para descrever a situação? Em alguns momentos, pode sim ser melhor alugar um imóvel, ainda que temporariamente, até poder comprar ou financiar sua casa ou apartamento sob condições mais favoráveis.

Mesmo com condições muito vantajosas de financiamento, lembre-se que quanto menor a quantia a ser financiada, menos você irá gastar com juros.

Respeite o seu momento
Qual o seu momento? É jovem e pretende morar sozinho? Está constituindo sua própria família? Para cada caso, uma decisão diferente.

Pense bem: se você sonha com sua independência e está de olho em um apartamento pequeno, de um dormitório, pode ser mais interessante aguardar um pouco mais para entrar no financiamento de um imóvel maior, talvez de dois dormitórios, que atenda às suas necessidades futuras.

Da mesma forma, para quem constitui agora uma família, pode ser vantajoso aguardar uma oportunidade melhor de imóvel perto do trabalho ou em uma região de grande valorização, do que comprar algo em local retirado e com poucos benefícios, por conta da pequena quantia que vocês têm disponível hoje.

Evite as decisões precipitadas, por mais que esteja ansioso para conquistar sua independência financeira, ou iniciar uma vida a dois. Comprar um imóvel exige planejamento e boa dose de estratégia.

Fonte: http://www.financaspessoais.blog.br/

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Montagem de home-office: veja o que fazer antes de começar a trabalhar em casa


A quantidade de pessoas que trabalham em casa aumenta a cada dia, com a temática da qualidade de vida como foco. A diretora de Projetos da C + A Arquitetura e Interiores, Ana Carolina M. Tabach, adverte, porém, que é preciso ter cuidado extra na montagem do home office, em prol da qualidade do trabalho, do bem-estar e da saúde.

A primeira sugestão é também a mais óbvia: libere espaço para a montagem do escritório. "Jogar fora coisas que não se usa mais costuma liberar de 15% a 20% de espaço. O escritório em casa deve ser funcional, mas, acima de tudo, agradável e confortável, com a virtude de ocupar uma área reduzida. O fundamental é que não lembre nem um pouco os escritórios convencionais, onde o profissional é obrigado a ir todos os dias", sugere a diretora de Projetos.

Além disso, segundo ela, falta de espaço não é desculpa para deixar de organizar o ambiente de trabalho. "Em 3 m2, é possível instalar uma bancada confortável, com 50 centímetros de profundidade e 90 centímetros de comprimento, armário, prateleiras ou nichos e um gaveteiro sob a bancada. Mas, se o profissional trabalha em casa muitas horas por dia, o ideal é ter um ambiente com mais privacidade, que pode ser uma edícula ou um quarto isolado".

Instalações elétricas
Após a definição do melhor local disponível na casa ou no apartamento, verifique as instalações elétricas, pois serão necessárias tomadas e pontos extras para telefone e conexão de banda larga.

"Um mobiliário adequado, atendendo aos princípios de ergonomia, também previne doenças ocupacionais, como a LER (Lesão por Esforços Repetitivos). A altura ideal da bancada varia entre 70 e 75 centímetros, enquanto o mouse e o teclado devem estar posicionados de forma que o usuário apoie completamente o antebraço. E é preciso deixar espaço livre para que o profissional sente-se numa posição correta, formando ângulos de 90º entre tronco e antebraços, tronco e pernas, coxas e parte inferior das pernas e entre tornozelos e pés", diz Ana Carolina.

Iluminação
Quanto à iluminação, conte com uma janela ampla, mas evite instalar a bancada do computador contra a abertura, pois o reflexo da luz no monitor é prejudicial.

"E mesmo com uma boa luminosidade, o ambiente deve contar com uma luz artificial geral e homogênea somada a uma iluminação pontual na mesa. O foco deve ser perpendicular, vindo da direita para quem é canhoto e da esquerda para os destros".

É ainda importante optar pela fiação camuflada. "É possível encomendar uma bancada sob medida com fundo falso ou comprar, em lojas especializadas, uma mesa com canaletas, que escondam a fiação. Outra alternativa é providenciar um painel falso cobrindo parte da parede atrás da estação de trabalho. É interessante também reunir duas ou três tomadas numa só parede, para evitar fios por todos os lados".

Organize-se!
Tenha à disposição somente os materiais que forem absolutamente necessários. Para lembretes e recados importantes, a dica é instalar um painel magnético.

Com relação aos móveis, a recomendação da diretora de Projetos é preferir peças próprias para escritório, por serem ergonômicas e de fácil manutenção. Lembre-se ainda que mesas com desenho em C ou L evitam deslocamentos na cadeira, bordas arredondadas não machucam o corpo e tampos com superfícies opacas evitam que a luz se reflita e atrapalhe a execução do trabalho.

Por fim, prefira cores claras nas paredes e nos móveis, que dão a sensação de conforto visual e amplitude, sem tornar o ambiente cansativo. Para o piso, a sugestão é madeira, laminados e porcelanatos.

Texto: Karin Sato

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Imóveis: atributos de valorização obedecem à moda e mudam com o tempo


Na hora de comprar um imóvel, quais são os atributos que podem agregar ou não valor à propriedade? Segundo o arquiteto e professor de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Osvaldo Luiz de Souza Silva, a resposta para esta pergunta depende do comprador: se homem ou mulher, o segmento de renda a que pertence ou mesmo a região do país onde mora.

Nos últimos anos, por exemplo, imóveis com closet e banheira são os preferidos das mulheres. Já os homens gostam das propriedades que trazem quartinho de garagem ou hobby box.

Casais valorizam muito as suítes, que dão mais privacidade, assim como a presença de área verde no condomínio, para as crianças. Além disso, pelo fato de possuírem animal de estimação, muitos compradores reclamam de não haver projetos específicos para acomodação dos bichinhos.

Ainda de acordo com o arquiteto, em breve, os itens relacionados à sustentabilidade dos edifícios deverão ser objeto de valorização dos imóveis, já que este é um tema que cada vez mais sensibiliza a população.

Atributos eternos
Apesar da moda e das variações temporais do que é ou não importante, Silva chama a atenção para os elementos, que independentemente da época, têm grande importância na visão do consumidor.

Como exemplo, ele cita a localização nos diversos blocos, andar baixo, andar alto, frente para o sol nascente ou poente, vista livre ou virada para uma parede do prédio vizinho, bem como o fato de os quartos serem arejados.

Por outro lado, elementos anteriormente valorizados, como a independência das entradas social e de serviço, deixaram de ter relevância.

"A percepção do potencial comprador vai além dos parâmetros técnicos. Ele busca um projeto mais próximo da média dos seus desejos", diz o arquiteto.

Texto: Gladys Ferraz Magalhães

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Grupo dos 25 aos 40 anos teve a maior intenção de compra de imóvel em 2008

Em 2008, as pessoas com idade entre 25 e 40 anos foram as que mais tiveram a intenção de comprar um imóvel na cidade de São Paulo, segundo revela pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência.

No grupo, a intenção de compra atingiu 25%, seis pontos percentuais a mais do que o apurado entre os que estão na faixa de 41 a 60 anos (19%) e 14 p.p. acima dos que têm entre 61 e 75 anos.

Tal resultado, ainda conforme o estudo, está relacionado com o ciclo de vida, visto que, em geral, acontecimentos como independência financeira em relação aos pais, casamentos e, mais tarde, o aumento da família com a chegada dos filhos, acontecem na faixa dos 25 aos 40 anos.

Já nas faixas etárias mais elevadas, a motivação para a compra de um imóvel se dá pela saída dos filhos de casa, o divórcio e a viuvez, que em muitas pessoas provocam o desejo de passar a viver em uma moradia menor.

Classe de renda
No geral, a pesquisa aponta que aproximadamente 20% dos chefes de família paulistanos das classes ABC, entre 25 e 75 anos de idades, pretendiam comprar um imóvel residencial ao longo de 2008 e 2009.

Por faixa de renda, a maior intenção apurada foi entre a classe B (21%), seguida de perto pela classe A (20%) e pela C (19%).

Texto: Gladys Ferraz Magalhães

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Decisão pessoal e financeira: o que analisar antes de ir morar sozinho


Mais do que uma questão pessoal, morar sozinho é uma questão financeira. Isso porque, ainda na casa de familiares, muitas pessoas sequer percebem que os gastos para manter uma residência vão além das contas fixas.

De acordo com o especialista em educação financeira, Álvaro Modernell, antes de decidir por morar sozinha, a pessoa deve seguir duas regras: não tome uma atitude precipitada e saiba que a mudança pode implicar ganho de independência, mas também um ônus nas condições financeiras, que pode gerar, até mesmo, queda na qualidade de vida.

"Normalmente, o padrão de vida que tem na casa dos pais, a pessoa não consegue ter ao começar a viver sozinha. Existem gastos com os pais que ela não percebe. Ela só pensa no principal, contas fixas, e esquece dos detalhes, como a faxineira e pequenas reformas", destacou.

Em que momento
Modernell ressaltou que ninguém deve "dar um passo maior do que a perna". Por isso, se houver um bom ambiente familiar, vale a pena postergar a saída de casa de familiares para morar sozinho, para poder fazer uma reserva de emergência.

E de quanto deve ser essa reserva? Segundo o especialista, de seis vezes o valor das despesas mensais. Por exemplo, se a pessoa gasta R$ 4 mil ao mês, deve juntar algo em torno de R$ 24 mil.

Questionado sobre se o valor não é bastante alto, Modernell afirmou que existem muitas pessoas que conseguem fazer isso.

"Só de se livrar de dívidas, imagine quanto uma pessoa não conseguiria guardar! É um pouco alto o valor, mas a pessoa pode juntar em dois ou três anos. A hora que conseguir isso, aí sim é mais fácil sair de casa".

Onde morar
Se pretende morar sozinho, é interessante que escolha um local que permita a economia do gasto com locomoção, seja mais perto do trabalho ou em uma região com fácil acesso ao transporte público.

Mas a grande questão é: a pessoa deve comprar o imóvel ou pagar aluguel? Modernell disse que esta é, talvez, a questão mais polêmica. Mas a resposta depende também da cidade em que a pessoa reside. "Em Brasília, o preço do imóvel é alto, mas o valor do aluguel é mais baixo. No Rio de Janeiro, o imóvel não é tão caro, mas o aluguel é alto", explicou.

Para quem pretende alugar, ele afirmou que a Lei do Inquilinato deve passar por mudanças, o que ajudará no aumento da oferta de apartamentos e casas para locação e na queda do valor do aluguel.

De acordo com ele, comprar um imóvel tem um lado benéfico que é a formação de patrimônio, que pode se valorizar dependendo da região que a pessoa está. "Em Brasília, os imóveis sobem muito de preço anualmente", exemplificou, completando que a pessoa não precisa nem esperar até o final do financiamento para vender a casa ou apartamento e ganhar dinheiro com o imóvel.

Além disso, na compra do imóvel, ele afirmou que pode-se usar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que é o dinheiro pior remunerado. Para este ano, a previsão é de que o fundo renda 3% ao ano mais 0,87% da TR (taxa referencial), usada para atualização monetária. A rentabilidade do fundo deve ficar abaixo da inflação, de 4,27% projetada pelo mercado.

Seja qual for a decisão, Modernell disse que vale a pena morar em algo menor, já que solteiros costumam ficar menos tempo em casa. Além disso, considere dividir, ao menos em um primeiro momento, o imóvel com colegas.

Texto: Flávia Furlan Nunes

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Saiba como o imóvel pode se tornar uma aplicação financeira


O imóvel pode ser visto como qualquer outro tipo de aplicação financeira. Porém, como toda aplicação, devemos fazer contas para saber se é uma boa alternativa.

Vejamos quais variantes devemos levar em consideração na compra de um imóvel como aplicação:

Possivelmente a mais importante das análises a serem feitas é qual é o retorno mensal da aplicação? O retorno financeiro do negócio tem de ser maior que o retorno proporcionado pela caderneta de poupança. Neste caso estamos considerando a compra para aluguel.

Imóveis com rendimento percentual superior ao obtido no mercado financeiro são imóveis de baixo valor de compra. Considero imóveis de baixo valor de compra todos aqueles com valores de, no máximo, R$ 50.000,00. Estes são os imóveis que proporcionam as melhores taxas de retorno de aluguel. Por exemplo: um imóvel cujo valor de compra tenha sido de R$ 30.000,00 pode proporcionar um aluguel de R$ 400,00, que percentualmente representa um rendimento de 1,33% ao mês, ou seja, um rendimento maior que qualquer aplicação financeira e que, assim como na caderneta de poupança, não incide imposto de renda.

Uma outra compra muito boa é a de lojas. Pequenas lojas com os mesmos preços das casas mencionadas acima, proporcionam um rendimento ainda melhor, pois aluguéis comerciais são mais caros que os residenciais. Em muitos casos, inquilinos fazem reformas nas lojas para chamar atenção para seus pontos comerciais e estes benefícios são incorporados ao imóvel, sendo seus custos de responsabilidade total do inquilino.

Um ponto a ser considerado na hora da compra de imóveis de pequeno valor é que, apesar destes imóveis proporcionarem bons rendimentos com aluguéis, são imóveis que tem pouca valorização ao longo dos anos, assim, na hora da venda, terão valorizado muito pouco, mesmo que o prazo em questão seja de 15 ou 20 anos.

Raciocínio inverso ao de imóveis de pequeno valor é o de imóveis de alto valor. Considero imóveis de alto valor, os de preço de compra acima de R$ 300.000,00. Estes imóveis costumam render aluguéis, em termos percentuais, de não mais que 0,4% a 0,6%, valores menores que os da caderneta de poupança. Assim, se o objetivo for o de ganhar dinheiro com aluguel de imóvel destes preços, a idéia deve ser abortada. Todavia, há a compensação.

Estes imóveis são os que mais se valorizam ao longo do tempo. Quanto mais bem localizados, mais caros, mas também, mais se valorizam. Como exemplo, basta pegarmos quaisquer imóveis na orla de Copacabana no Rio de Janeiro, ou então, em Higienópolis, em São Paulo. Se compararmos seus preços de hoje com os praticados há 20 anos, teremos um crescimento percentual altíssimo, só comparado ao de mercado de ações no Brasil
Preste muita atenção: todos estes exemplos são de imóveis como aplicação financeira, não como residência.

Na hora de comprarmos nosso lar, onde iremos morar por muitos anos e onde criaremos nossos filhos, devemos levar outros fatores em consideração. Lógico que o fator valorização/desvalorização deve ser considerado, porém não deve vir em primeiro plano. Em primeiro lugar devemos considerar a nossa qualidade de vida e nosso conforto. A proximidade da escola das crianças, de supermercados, de praças, de shoppings e de tudo que possa proporcionar uma boa qualidade de vida para a nossa família.

Texto: Emerson Castello Branco Simenes

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Impenhorabilidade de único imóvel de pessoa solteira poderá ser votada no Senado

Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que assegura à pessoa solteira direito à impenhorabilidade de seu único imóvel residencial, poderá se tornar lei. O tema está sendo debatido em Projeto de Lei da Câmara dos Deputados (PLC) 104/09, que está para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em caráter terminativo, ou seja, não precisará ir à votação em Plenário. O projeto altera a Lei nº 8.009/90, que dispõe sobre a impenhorabilidade do bem de família.

No STJ, a questão foi pacificada, em 2002, por maioria da Corte Especial. Ao interpretar a Lei nº 8.009/90 a Corte pacificou entendimento de que a pessoa solteira tem direito à proteção da referida lei. A fundamentação do entendimento tem origem no artigo 1º da Lei nº 8.009/90: “O imóvel residencial próprio do casal, ou da entidade familiar, é impenhorável e não responderá por qualquer tipo de dívida civil, comercial, fiscal, previdenciária ou de outra natureza, contraída pelos cônjuges ou pelos pais ou filhos que sejam seus proprietários e nele residam, salvo nas hipóteses previstas nesta lei”.

Em seu voto, o então ministro Humberto Gomes de Barros avaliou que a interpretação do referido artigo revela que a norma não se limita ao resguardo da família. De acordo com o ministro, seu escopo definitivo é a proteção de um direito fundamental da pessoa humana: o direito à moradia. “Se assim ocorre, não faz sentido proteger quem vive em grupo e abandonar o indivíduo que sofre o mais doloroso dos sentimentos: a solidão”, afirmou Humberto Gomes de Barros.

Para Humberto Gomes de Barros a circunstância de alguém ser sozinho não significa que tenha menos direito ao teto que casais, viúvos ou separados, visto que o bem jurídico que a Lei visa garantir é o direito do indivíduo à moradia, tendo ou não família, morando ou não sozinho e seja qual for o seu estado civil.

Em outro julgamento e seguindo entendimento pacificado pela Corte Especial, a Terceira Turma, em 2004, por unanimidade, votou também com o relator ministro Humberto Gomes de Barros, ao julgar o Resp 450.989, assegurando, da mesma forma, direito à impenhorabilidade de único imóvel à pessoa solteira.

Em seu relatório, o ministro reafirmou que esse dispositivo formou-se na linha de interpretação ampliativa que o Superior Tribunal de Justiça desenvolve sobre artigo 1º da Lei 8.009/90. O ministro esclareceu, na ocasião, que a jurisprudência do STJ já havia declarado sob o abrigo da impenhorabilidade, a residência da viúva, sem filhos; de pessoa separada judicialmente; e de irmãos solteiros.

O projeto de lei da Câmara dos Deputados também estende o benefício da impenhorabilidade do imóvel para, além da pessoa solteira, à separada judicialmente, divorciada ou viúva.

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O imóvel regularizado

No Brasil é grande o número de imóveis irregulares. A regularização jurídica de bem imóvel é um trabalho através do qual se identifica sua verdadeira situação legal com objetivo de adequá-lo às regras aplicáveis aos bens imóveis, a fim de melhor qualificá-lo juridicamente e valorizá-lo economicamente.
Esse trabalho baseia-se em normas federais, que se aplicam a todos os imóveis. Mas, em certos casos, devemos também observar a lei local para regularização jurídica completa do bem. Para identificar a necessidade de regularização jurídica de determinado imóvel, há que analisar três situações jurídicas distintas, porém, intimamente ligadas à qualificação da propriedade imobiliária.
A primeira está relacionada com o título (documentação); a segunda, com o titular (proprietário); e a última com o imóvel (propriedade). Quanto ao título, podemos identificar as seguintes irregularidades mais comuns: falsidade do título de propriedade; imóvel registrado, mas sem matrícula; imóvel sem registro; imóvel registrado em nome de outra pessoa (exemplo: contrato de gaveta); contrato de compromisso de compra e venda a prazo quitado, mas promitente vendedor nega a outorga da escritura definitiva etc.

Quanto ao titular, as principais situações jurídicas passíveis de regularização são: a certidão de propriedade diz ser o titular solteiro, porém, na realidade seu estado civil é outro; o proprietário é menor de idade; o proprietário é incapaz; o imóvel foi vendido a descendente; o imóvel foi doado a descendente; o proprietário é falecido; o imóvel pertence a um espólio; o imóvel foi adquirido mediante cessão de direitos hereditários; o vendedor do imóvel tem o nome sujo etc.
Quanto ao imóvel, os problemas são: imóvel construído em terreno alheio; construção não averbada; imóvel hipotecado; o imóvel vendido é financiado; o incorporador faliu; imóvel está penhorado; imóvel sem "habite-se"; imóvel com decreto de utilidade pública; imóvel invadido; imóvel objeto de ação reipersecutória; imóvel arrematado em praça pública; imóvel tombado; imóvel com restrições ambientais; loteamento clandestino ou irregular etc.

Com o estudo de qualificação jurídica do imóvel, podemos identificar diversas irregularidades relacionadas à propriedade imobiliária, muitas passíveis de regularização.

Uma correta qualificação do bem imóvel é imprescindível para o mercado imobiliário, pois, sabendo-se da sua real situação jurídica, minimizados serão os riscos do investidor imobiliário, e tendo ele maior segurança jurídica, maiores serão seus investimentos.

Para tanto, basta que o proprietário do bem imóvel ou aquele que deseja realizar um investimento imobiliário contrate um profissional habilitado, no caso, um bom advogado. Uma coisa é certa: aquele proprietário que preza pela devida regularização jurídica do seu imóvel, sempre dormirá tranquilo, porque sabe que seu imóvel lhe pertence por direito e seu patrimônio será bem valorizado.

Texto: Fernando Augusto Cardoso de Magalhães

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Prazo para tirar inquilino que não paga, cai de seis meses para 30 dias

Lei facilitará a locação de imóveis

Locadores ou locatários? Quem sai ganhando com a nova Lei do Inquilinato? As mudanças que agilizam a ação de despejo do inquilino inadimplente e reduzem os vínculos dos fiadores têm gerado polêmica. De acordo o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG), Paulo Tavares, ganham ambos os lados. "Quem aluga terá mais segurança, já que um inadimplente poderá ser despejado mais rapidamente e, com essa segurança, a tendência é até mesmo abrir mão do fiador", analisa o especialista.
Pela nova lei, que ainda precisa ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o tempo concedido para o inquilino deixar o imóvel em caso de despejo cai de seis meses para 30 dias. Segundo Tavares, como atualmente o processo de despejo é muito demorado, muitos proprietários preferem não se arriscar e deixam seus imóveis fechados. "Agora vai ser diferente. Com a agilidade da Justiça, o dono de um imóvel ficará mais tranquilo, pois sabe que se o locatário não pagar ele pode ser despejado, isso vai ampliar a oferta para locação".
Economia. O consultor jurídico imobiliário Fernando de Magalhães Júnior ressalta que essa segurança dada ao locador vai beneficiar o inquilino. Hoje, quem aluga o imóvel pode ou não exigir um fiador, mas todos exigem como garantia, principalmente porque a Justiça é lenta. "Com a possibilidade de despejar o inadimplente mais rápido, o mercado imobiliário pode deixar de exigir o fiador, mas acredito que o impacto maior será no seguro-fiança, como haverá menor necessidade do fiador, o valor cobrado pelas seguradoras tende a cair", afirma Magalhães Júnior, que é sócio da imobiliária Céu-Lar.

Os valores do seguro-fiança variam entre dois e dois e meio aluguéis por ano. "Isso significa que, para não ter que procurar um fiador, o que dá muito trabalho, o inquilino, em vez de pagar 12 aluguéis por mês, paga 14", explica Júnior.

Paulo Tavares acredita que a extinção do fiador é viável. "A imobiliária vai analisar a ficha do inquilino, se ela ver que ele sempre pagou em dia e ganha cerca de três vezes e meia a mais do que o valor do aluguel, vai entender que ele tem capacidade de honrar o pagamento", afirma.
Para Magalhães Júnior, uma lei que protege demais o inquilino, acaba prejudicando ele mesmo. "Se você tem dinheiro e procura algo para investir, não vai arriscar comprar um imóvel com o objetivo de alugá-lo, para não correr o risco de não receber. Isso desestimula o mercado e eleva os preços".
 
Texto: Queila Ariadne

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Por que o Brasil? Por que agora?





O mercado imobiliário esta a todo vapor, ainda mais após o anúncio da sede para as olimpíadas de 2016. Construtoras negociando terrenos, incorporadoras subindo prédios, investidores apostando em bairros e cidades potenciais, até seminário na Europa para investidores estrangeiros está acontecendo.
Alguns fatores alimentam este bom momento do mercado: a SELIC, que está atualmente em 8,75%, é um ótimo argumento para direcionar os investimentos ao setor imobiliário; outro ponto favorável foi a Copa de 2014, uma ótima oportunidade para o mercado imobiliário que já vem sendo explorada após as escolhas das cidades sedes. Este grande e importante evento e a estabilidade econômica que o país apresenta, a ADIT (Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste Brasileiro) não perdeu tempo e promoveu, neste fim de outubro, um seminário na embaixada brasileira em Londres chamado “Why Brazil? Why now?” (Por que o Brasil? Por que agora?).
O que chamou a atenção foi a chamada do convite, muito atraente por sinal: “Os preços dos imóveis no Brasil estão crescendo ao ritmo de 20% por ano e o Brasil já está oficialmente fora da recessão. O PIB do Brasil cresceu mais que o esperado de 1,9 por cento no segundo trimestre de 2009...” para quem investe em imóveis foi um prato cheio. Palestrantes como Paulo Simão (presidente da Câmara Brasileira da indústria da Construção) e Hermano de Carvalho (diretor de investimentos estrangeiros do ministério do Turismo) participaram da palestra que teve temas como “Oportunidades e desafios do mercado imobiliário brasileiro” em pauta.
Uma outra importante notícia foi dada no dia 2 (dois) do mês passado, que além de trazer aos brasileiros o orgulho de se tornar o primeiro país da América do Sul a sediar uma edição dos Jogos Olímpicos, levou o mercado imobiliário ao delírio. Mau o Rio de Janeiro havia sido eleito e os preços começaram a subir, teve até investidor Alemão comprando 34 imóveis no Vidigal para projeto hoteleiro, o projeto não seguiu adiante por problemas com a prefeitura, mas os imóveis já foram adquiridos todos com vista para o mar.
Hoje é nítido que a “mira laser de investimentos” se virou para o setor. O problema agora é encontrá-los, já que as incorporadoras se deram conta da demanda e estão praticando preços lá em cima. Agora é a hora de buscar as melhores opções o mais rápido possível antes que os preços fiquem abusivos.

Fonte: Você Consultoria Imobiliária

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Com a Selic em 8,75% a.a, aumenta o número de investimentos no mercado imobiliário.

Já foi o tempo em que investir em aplicações financeiras enchia os bolsos, de 10 anos para cá a rentabilidade só vem decrescendo e a opção de aplicar em imóveis está na mira dos investidores.

Se voltarmos no tempo, recordaremos facilmente os zeros que a inflação colocava nos Cruzeiros e Cruzados até o governo implantar o plano real, que veio para solucionar este problema. A partir daí, a política monetária brasileira era de redução de juros. Quinze anos se passaram e após a última reunião do Copon nos deparamos com a menor taxa básica de juros da história, 8,75% a.a.

Como diria a terceira lei de Newton “para toda ação existe uma reação”, os investimentos que timidamente estavam tomando outros rumos, agora definitivamente se voltaram para o mercado imobiliário. Resultado disso? Alta demanda por imóveis de 1 e 2 dormitórios, salas comerciais e terrenos.

Aproveite as oportunidades que aparecem, pois elas estão cada vez mais raras.

Texto: Blog do Investidor

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Dividir ambientes: sete soluções práticas



1. Monte divisões imaginárias

Contraste de tons
Cores diferentes podem determinar o uso dos ambientes. Separe a sala de estar e a sala de jantar pintando cada uma delas de uma cor. Ou estabeleça o lado masculino e o lado feminino do quarto dos seus filhos pintando a parede de duas cores. Os móveis de cada filho também devem ser diferentes. A regra é esta: quanto mais contraste, melhor.

2. Sala multifuncional

Sala que vira quarto
O móvel curinga é a saída mais óbvia - e continua sendo a melhor. Escolha um modelo que não pareça uma cama quando fechado. E lembre-se: a cortina deve vedar a entrada de luz, para que o hóspede não seja incomodado pelo sol.

Sala de estar x sala de jantar
A sala ganha dois ambientes só com o uso de tapetes. A dica vale para separar salas de jantar das salas de estar.

3. Filhos que dormem no mesmo quarto?
Menino e menina, adolescente e criança... Dormindo no mesmo quarto, cada um precisa do próprio espaço.

Cortina
Se o quarto não é muito pequeno, vale investir numa cortina fixada no teto. Ela pode ser fechada quando as crianças trocam de roupa ou precisam de mais privacidade.

Guarda-roupa
Faça dois quartos iguais (um de cada lado) dentro do mesmo cômodo. Coloque dois guarda-roupas, um em cada lado, mesmo que precisem ser menores.

4. Biombos: a melhor opção

Eles funcionam como uma parede móvel. Os biombos são perfeitos para quem tem um computador na sala. No quarto, eles garantem um lugarzinho só seu e separam o lugar de se vestir e sua cama, por exemplo. Você pode improvisar um biombo fixando dobradiças nas laterais de três partes de uma veneziana antiga. Outra ideia é fazer uma moldura de madeira e preencher com fotos da família.

Fonte: Revista Ana Maria

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10 vantagens de comprar imóvel na planta





1.Condição de pagamento – As condições de pagamento das construtoras geralmente são muito sedutoras. Na maioria das vezes o comprador paga 30% do valor do imóvel até as chaves e o resto pode financiar com algum banco, que estão com as menores taxas da história, ou quitar o valor.
2.Prazo para planejar a mudança - Muitos noivos se interessam por comprar imóveis na planta e um dos principais motivos é o tempo de entrega do imóvel. Este tempo proporciona certa tranqüilidade para os noivos planejarem o casamento e toda a mudança..
3.Condomínio baixo – Os novos projetos já levam em consideração a demanda por condomínios baixos, por isso, investem em infra-estrutura como reutilização da água.
4.Documentação descomplicada – Assim como um carro zero, um apartamento na planta tem menores chances de ter problemas com documentação, por conta de nunca ter sido habitado.
5.Instalações modernas - Instalações novas evitam custos com manutenção, além de suprirem através de uma infra-estrutura moderna as necessidades atuais dos consumidores, um exemplo é apartamentos com no mínimo uma vaga, e vaga opcional para compra.
6.Agilidade na decoração e mobília – Com a planta na mão o planejamento da decoração e da mobília é mais tranqüilo que o normal. Outra vantagem é o tempo que o comprador tem para escolher e cotar materiais de construção e móveis, o que aumenta a possibilidade de fazer uma melhor negociação.
7.Facilidade de reforma - A personalização do apartamento é feita com mais facilidade, como por exemplo, no caso de trocar paredes de lugar, derrubar, ampliar, reduzir algum cômodo.
8.Alta liquidez - Se o imóvel escolhido for bem localizado e tiver uma boa planta, terá uma alta liquidez. Investidores sempre compram imóveis na planta, portanto, diante de qualquer imprevisto financeiro, vender o imóvel pode ser uma saída.
9.Lucro ao receber as chaves - Não é uma regra, porém, na maioria das vezes, é o que acontece. Segundo o CRECI, um imóvel na planta pode valer 50% a mais que um imóvel usado.
10.Realização Pessoal - Talvez uma das mais relevantes, a compra de um imóvel na planta é uma realização pessoal. Além de toda aquela ansiedade para receber as chaves, a realização de morar em um apartamento novo não tem preço.

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Poupança: quer comprar imóvel? Pare de fumar



O quesito não está incluso na avaliação de crédito e não representa solução imediata, mas, nas contas de consultor, pesa no “bolso de valores futuros”.

Um maço de cigarros que custe R$ 2,75 (caso do Charm), com juros de 1% capitalizados ao longo de 30 anos, pode significar R$ 288 mil de provável economia. Estas contas foram feitas pelo consultor Reinaldo Domingues, divulgadas pela Agência Brasil e reproduzidas pela Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA).

O consultor disse que “apesar de o Banco Mundial calcular em cerca de R$ 200 milhões por ano os prejuízos do cigarro para as economias dos países, não são feitas abordagens para demonstrar os prejuízos financeiros individuais causados pelo tabagismo”. Nas recomendações de Domingues, “poupar pequenas quantias, como o gasto com o fumo, pode ajudar a realizar metas e objetivos de longo prazo”.

Como exemplo para avaliar a importância da economia sugerida, Domingues utiliza um imóvel com valor de R$ 100 mil, e diz que, deixando o tabaco “por 20/30 anos (e poupando o resultado), daria para comprar três casas com esse valor”.

A “cultura de consumo imediato, sem a preocupação de guardar dinheiro” é, segundo Domingues, “grande parte dos problemas financeiros dos brasileiros. O consultor também apontou que R$ 1,5 mil é o valor médio das dívidas com cartão de crédito, cheque especial ou empréstimos, contraídas por 70% dos brasileiros economicamente ativos.

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Como ganhar espaço em imóveis compactos




Utilização de espelhos, integração de ambientes, iluminação especial e móveis sob medida ajudam a dar amplitude a espaços compactos.

Revitalizar um imóvel pequeno com uma decoração inteligente não é tarefa fácil. No entanto, aplicação de espelhos nas paredes, iluminação especial, integração de espaços e utilização de móveis sob medida são algumas das soluções para dar amplitude a espaços compactos.

De acordo com o arquiteto Eduardo Fischer, o primeiro passo para se criar um projeto funcional é conhecer as necessidades e as rotinas do cliente. A partir daí, é possível desenvolver uma decoração que tenha a praticidade como característica principal, vinculada com a personalidade do morador - que precisa se sentir, literalmente, em casa.

Ele destaca que atualmente os apartamentos novos são menores que os antigos, e que a união de alguns cômodos e a disposição acertada do mobiliário podem ser facilitadores neste caso. “Em um dos meus projetos tirei a divisão que separava uma pequena cozinha de uma copa. Utilizei réguas na parede e móveis mais sofisticados. O resultado final foi um ambiente único, integrado e amplo, no qual se pode desfrutar de momentos familiares, mas também receber convidados”, conta.

Quando o assunto é mobiliário sob medida, a arquiteta Monique Granja destaca alguns fatores que para ela são fundamentais, como visualizar o projeto através de programas de computador, a possibilidade de conhecer de perto os produtos, a rapidez na entrega e, principalmente, ter flexibilidade nas medidas. “Consigo personalizar o projeto dentro dos gostos do cliente, pois ele opina na escolha dos padrões. Além disso, não fico engessada com tamanhos definitivos porque é possível reduzir profundidade e largura, criando soluções que atendem necessidades reais, sem prejudicar o layout proposto e respeitando o meu entendimento como profissional sobre o que é preciso para aquele espaço”.

Outro ponto importante observado pela profissional na hora de compor a decoração é a cor. “Pode ser determinante para dar a sensação de aumento de espaço. Em imóveis pequenos costumo usar muito as cores claras, os espelhos e o vidro, que conferem luminosidade ao local e se tornam aliados no objetivo do projeto”.

De acordo com Fischer, sabendo dosar equilíbrio, harmonia, bom gosto e os desejos do cliente com produtos que tenham design e qualidade se chega a uma receita de sucesso imbatível para qualquer decoração. “Seja para as grandes residências ou para as mais compactas, hoje em dia vale tudo. Mas tem que ter bom senso!”, finaliza bem humorado.

Fonte: imovelweb

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Dicas para uma mudança segura



Vai mudar de casa? Parabéns, mas fique ciente de que há uma série de cuidados e providências que precisam ser levados em consideração para que não haja nenhum problema. O Procon fornece algumas dicas para que você possa se preparar melhor:
- Faça uma pesquisa detalhada no mercado, procurando referências, e verifique se a empresa escolhida não registra reclamações no Procom
- Peça um orçamento prévio, discriminando os serviços e valores a serem cobrados. Embora o Código de Defesa do Consumidor garanta esse direito do consumidor, algumas empresas podem querer cobrar uma taxa pelo documento.
- Verifique se há necessidade de desmontar algum móvel para o transporte, se a empresa realiza esse tipo de serviço e se ele consta do orçamento inicial. Também confirme se a empresa realiza a remontagem no novo endereço, e qual o prazo para isso.
- No caso de objetos de arte, como quadros e esculturas, contrate um seguro específico, e dê preferências às empresas especializadas no transporte desse tipo de objeto.
- Escolhida a empresa, exija um contrato por escrito, em que constem razão social do fornecedor, endereço, CNPJ, dados pessoais do contratante, local, data e horário da retirada e da entrega, valor do serviço, condições de pagamento e eventuais condições específicas acertadas verbalmente.
- Defina a data da mudança, verificando no regulamento interno do condomínio os dias e horários permitidos (isso vale tanto para o imóvel do qual você está saindo quanto para o qual está se mudando). Verifique também se a data não coincide com evento na via pública, como feiras livres.
- O ideal é agendar o serviço com a empresa especializada com uma semana de antecedência, no caso de mudanças locais. Para transporte nacional, é recomendável antecedência de sete a dez dias.
- Em caso de mudanças de ou para prédios, meça com antecedência os móveis, as escadas e os elevadores. Será necessário prever, por exemplo, qual será o procedimento caso seja necessário içar um móvel.
- Defina o que vai ser transportado ao novo endereço e o que fica. Separe as peças que devem ficar na antiga casa e identifique-as. No dia anterior à mudança desligue geladeira, freezer, máquinas de lavar e de secar roupas e seque os aparelhos. Outros objetos como móveis, objetos e roupas devem ser mantidos em seus lugares, pois as empresas contratadas normalmente embalam todo tipo de peça.
- Guarde sempre cópia de toda a documentação e exija recibo de todos os pagamentos efetuados. Para maior segurança, transporte com você objetos como jóias, dinheiro, cheques e documentos.

Texto: Carlos Alberto Júlio Jr.

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Brasil em 15º no ranking de endereços comerciais mais caros do mundo





O Brasil subiu 17 posições no ranking de locação de endereços corporativos de alto padrão mais caros em todo o mundo. Na pesquisa Main Streets Across the World, realizada pela consultoria americana Cushman & Wakefield, o País pulou da 32ª posição, que ocupava em 2008, para a 15ª este ano. Hoje, o metro quadrado do espaço mais caro do Brasil - Shopping Iguatemi, na cidade de São Paulo - está cotado a US$ 3.784,61 por ano, uma alta de 79,5% em relação ao ano passado.

No topo da lista, como já é tradição, está a 5ª Avenida, em Nova York, onde o custo de locação é de US$ 18.299 por metro quadrado ao ano (queda de 8,1% em relação a 2008), segundo a pesquisa. A medalha de prata ficou com a Causeway Bay, em Hong Kong, onde o preço do metro quadrado é de US$ 16.416 por metro quadrado ao ano (queda de 15,1%). E o bronze foi para Avenue des Champs Elysées, em Paris, com preço de locação de US$ 10.861 por metro quadrado ao ano, não apresentando variação. Quarto e quinto lugares foram ocupados no ranking pela Via Montenapoleone, em Milão, e por Ginga, em Tóquio, que subiu duas posições em relação ao ano passado.

“Os quatro primeiros endereços com maior valor de negociação continuam os mesmos em relação ao ano passado, mas, em contrapartida, os dois primeiros apresentaram quedas nos preços, reflexo dos impactos da crise financeira que afetou o mercado imobiliário a partir do ano passado”, afirma Milena Morales, gerente de Pesquisa de Mercado para América do Sul da Cushman & Wakefield.

A pesquisa, que compreendeu período de junho/08 a julho/09, avaliou 274 endereços comerciais em 60 países.

Fonte: Elo Engenharia e Arquitetura

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Na hora de equipar sua casa é possível fazer escolhas mais sustentáveis?




Sustentabilidade passa pelas escolhas, por exemplo, na hora de comprar é muito importante que além da análise das características técnicas do produto, a procedência e a qualidade também sejam avaliadas. Hoje, na hora de escolher os aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos, por exemplo, fique atento se eles atendem as normas técnicas de segurança e também a demanda por eficiência energética.
Conservar energia é importante, pois no Brasil a nossa energia é proveniente de hidroelétricas, isso significa, que quanto maior o consumo de energia mais evidente se torna a necessidade de construção de novas hidroelétricas o que implica na inundação várias áreas e um desastre ambiental desnecessário, pois o curso natural dos rios são afetados e toda população que vive ao seu entorno também sofre com os impactos ambientais.
No Brasil, temos outras fontes alternativas de energia em estudo, entretanto, é necessário investimentos e tecnologias para que se possa fazer com que este déficit seja sanado. Então, o que resta aos consumidores, os mais afetados com os impactos ambientais causados pela degradação é transformar a realidade através de atitudes práticas como, por exemplo, a compra de aparelhos que apresentem maior eficiência energética.
O consumidor tem condições de selecionar aparelhos como televisores, geladeiras e demais eletrodomésticos através do Selo Procel – Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica que foi lançado em 1993, pela Eletrobrás.
O Selo Procel faz parte do programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE em parceria com Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – Inmetro. O principal produto é a Etiqueta Nacional de conservação de Energia, cujo os produtos são submetidos a análise para avaliar a economia de energia que estes aparelhos representam.
A lista completa das empresas que receberam o selo encontra-se no site:
http://www.eletrobras.gov.br/elb/procel/main.asp?TeamID=%7B95F19022-F8BB-4991-862A-1C116F13AB71%7D
Após vários estudos desenvolvidos pelo programa, será lançado em junho de 2009 o selo Procel Edifica, cujo objetivo principal é incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (água, luz, ventilação etc) nas edificações, reduzindo os desperdícios e os impactos no meio ambiente.
Por outro lado, o varejo tem adotado como tendência para os consumidores o lançamento de home centers verdes que além de se preocupar desde a fase da obra adotando diretrizes de construção sustentável até a seleção de fornecedores com critérios de sustentabilidade tem impulsionado as empresas a adotarem também escolhas mais sustentáveis. Estes fatos nos levam a concluir que precisamos sim viver de forma mais sustentável começando pelas escolhas que fazemos ao comprar, ao pensar e ao agir. O mercado já tem nos apontado alternativas agora é uma questão de escolha.

Texto: Vivian Blaso

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Plantas são aliadas da decoração em apartamentos




Cultivar plantas e ter um jardim bonito não é privilégio só de quem mora em casa. Sabendo escolher a planta certa, os moradores de apartamentos também podem usufruir da sensação de natureza que só o verde traz para dentro de casa.
Muita gente pensa que, se comprar uma planta, estará comprando um problema, mas isso não é verdade. O segredo para as plantas ficarem sempre bonitas é saber escolher a espécie mais adequada para cada ambiente levando em conta a ventilação e a iluminação natural do local.
Para os terraços, área vulnerável às intempéries do tempo, o recomendado são espécies como: Fícus (Ficus benjamina), Yuca (Yuca elephantipes), Buxinho Bola (Buxus sempervirens) e Dracena (Dracenae fragrans).
Já para o living, área com pouca incidência de sol, o ideal são espécies como: Licuala (Licuala grandis), Rafia (Rhapis excelsa), Lança de São Jorge (Sansevieria cylindrica), Yuca (Yuca elephantipes) e Pacová (Philodendron martianum).
E para manter as plantas sempre bonitas e saudáveis, o paisagista Flávio Martins Rocha, da L&L Paisagismo, ensina as seguintes dicas básicas:
• Irrigar de 2 a 3 vezes por semana, em média 1 litro, de forma bem distribuída.
• Também, é importante ao menos uma vez por semana fazer a lavagem e limpeza das folhas, usando um “borrifador” comum, que pode ser encontrado facilmente em feiras livres ou supermercados, mas, cuidado com os excessos, o mais importante é manter a terra úmida e não encharcada.
• Adubar, a cada três meses, com produto específico encontrado em lojas especializadas ou adubos orgânicos.
• Já a terra é recomendável que se troque a cada seis meses ou no mínimo uma vez por ano! O importante é verificar sempre se a drenagem do vaso está funcionando bem para não empossar água.
• Retirar regularmente as folhas secas e verificar início de pragas para que o combate possa ser feito o mais rápido possível.
• Cuidar para que os pratos sob os vasos não contenham água parada, pois a prevenção é um dos grandes combates da luta contra a dengue

Texto: Bruna Castro

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domingo, 15 de novembro de 2009

Preço de aluguel tem forte alta em Salvador



O preço dos aluguéis de imóveis residenciais em alguns bairros de Salvador, como Imbuí, Stiep, Costa Azul, Pituba, Itaigara e na região da Avenida Paralela, disparou nos últimos meses. A renovação dos contratos de locação nesses bairros está tendo reajustes de até 30%. Em acordos de 36 meses, o aumento pode chegar a 60%. As imobiliárias creditam estes aumentos muito acima da inflação à demanda crescente e à valorização dos imóveis.

A funcionária pública Fátima Teles tem um imóvel alugado na Paralela há um ano e três meses. “Com a cidade crescendo para o lado de cá, com faculdades, shoppings e os novos condomínios, vi o valor do meu imóvel passar de R$ 40 mil, para R$ 130 mil”, informa Fátima, que ainda não fez nenhum reajuste no valor do aluguel.

Um dos bairros mais destacados pelos corretores é o Imbuí, em decorrência do crescimento da Paralela e da consequente maior procura por imóveis na região. Ailton Salomão, gerente de locação da imobiliária Novo Endereço, diz que o aluguel de imóvel de dois quartos no Imbuí, que saía por R$ 500 no ano passado, agora não sai por menos de R$ 800, num aumento de 60%. “A procura de imóveis no Imbuí dobrou este ano. O bairro tem escolas, comércio e está perto da Paralela. Tudo isso atrai as pessoas que vão trabalhar naquela região”, argumenta Salomão.

Noel Silva, sócio-diretor da imobiliária Nova Soluções Imobiliárias, diz que há locais ainda mais procurados pelos inquilinos, como a Pituba, o Itaigara e o Caminho das Árvores. “Agora, todo aquele entorno da Paralela sofreu uma valorização maior do preço do aluguel, até para haver uma equiparação com o preço destes outros bairros”, diz.

Correção- Se o contrato for firmado por três anos, por exemplo, é comum ser estipulado o Índice Geral de Preços (IGP-M) para a correção do valor. Porém o IGP-M tem apresentado índices negativos. Na primeira prévia de novembro, o indicador registrou deflação de 0,10%. Os locadores alegam que, neste momento, o que prevalece então é a valorização dos imóveis.

O advogado Augusto Cruz diz que, uma vez previsto em contrato, este índice deve ser seguido. “Já quando vence o contrato, o proprietário pode chamar o inquilino para fazer um acordo e propor um outro reajuste. É uma livre negociação”, ressalta Cruz. Antes de renovar, o advogado aconselha que o inquilino observe se houve a valorização de outros imóveis na região, que faça uma pesquisa de preço e negocie qualquer benfeitoria que tenha acontecido.

Noel Silva aponta que alguns imóveis tiveram o aluguel corrigido em até 40% na Paralela. Nas outras localidades, ele diz que a média de reajuste está em 20%, após o fim de um contrato de três anos. Já se o proprietário for alugar para um novo interessado, pode aplicar um acréscimo de até 30% sobre o valor antigo.

Fonte: Luciana Rebouças

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Água. Problema no Brasil é de gestão e não de escassez


Embora tenha recebido o apelido de “Planeta Água”, devido à enorme predominância desta substância quer na sua atmosfera, como na superfície, sob a forma de oceanos, mares ou gelo, o mundo debate, atualmente, uma possível crise referente à escassez de água na Terra.
A possibilidade concreta da escassez de água doce torna-se, cada vez mais, a grande ameaça ao desenvolvimento econômico e à estabilidade política do mundo nas próximas décadas. De acordo com as Nações Unidas (ONU), em 2025 cerca de 2,7 bilhões de pessoas enfrentarão a falta de água se as populações continuarem a tratá-la como um bem inesgotável.

Para um especialista em águas subterrâneas, o geólogo João Carlos Simanke de Souza, a solução para esse problema é o completo conhecimento do ciclo hidrológico, que possibilita a correta avaliação da disponibilidade dos recursos hídricos de uma determinada região. Uma das partes mais importantes desse estudo é entender o que acontece com as águas subterrâneas, a menos conhecida desse ciclo.

Simanke foi um dos palestrantes do Seminário "O Planeta Terra em Nossas Mãos", no lançamento do Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT), realizado em Brasília nos dias 23 e 24 de abril. Consultor independente, especialista em água subterrânea, ele apresentou no evento o painel "Água - Direito de Todos, Desafio para Todos".

O geólogo explica que a água subterrânea constitui a parte invisível do ciclo da água. No entanto, é o recurso natural mais utilizado em todo mundo - por cerca de dois bilhões de pessoas. “Em muitos países, a água subterrânea é propriedade pública. Na Rússia e na Europa, por exemplo, 80% da água potável é água subterrânea”.

A Agência Nacional de Águas (ANA) diz que as informações disponíveis sobre as águas subterrâneas no país são ainda insuficientes e dispersas; as pesquisas são poucas, descontinuadas e inconsistentes. A Agência destaca ainda problemas de gerenciamento e controle nas ações das obras hídricas subterrâneas, como a ausência de profissionais capacitados para o estudo e execução de obras que demandem esse recurso, pouca e quase sempre ineficiente fiscalização, ingerência política em algumas etapas de caráter estritamente técnico e, sobretudo, falta de interação e integração entre os diversos órgãos responsáveis pelo cadastramento e acompanhamento das empresas, obras e serviços.

Em entrevista exclusiva a AmbienteBrasil, Carlos Simanke disse que o principal problema do Brasil em relação à água é de gestão e conscientização. “A exploração cuidadosa e sustentada é uma condição essencial para a água do planeta. O Brasil é um país rico em água. Nós temos água superficial e subterrânea em abundância, mas o nosso problema é de gestão, é de controle, é de qualidade”.

Outro ponto levantado por Simanke foi em relação a má distribuição da água. Em sua avaliação, poucos estados do Brasil são carentes de água - em situação de “estresse hídrico”. “Nós temos água em abundância, o problema é que ela está, em muitos casos, longe dos centros urbanos mais carentes, e isso requer boa utilização por meio de uma gestão sustentável e responsável”, avalia.

Para Simanke, as ciências geológicas possuem um papel fundamental em relação à preservação da água, pois quantificam e orientam sobre a melhor forma de uso sustentável; estudam formas de minimizar o impacto das reservas determinando a dinâmica de recarga, fornecem subsídios técnicos para preservação e proteção e apóiam tecnicamente as ações de recuperação dos mananciais subterrâneos degradados.

Ele alerta que o assunto deve ser debatido, acima de tudo, com consciência e responsabilidade. “Os estudos são essenciais, mas não bastam. O Brasil tem que aprender que tudo aquilo que é retirado da natureza precisa ser devolvido com qualidade. A forma de utilizar a água tem que ser responsável, pois uma vez utilizada, servida, ela deve ser limpa e devolvida ao meio ambiente. Essa é a forma correta e sustentável do uso da água”, disse Carlos Simanke.

Fonte: Fórum Imobiliário

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

REGIME DE BENS - Comunhão Parcial


Aqui veremos o regime de comunhão de bens previstos no artigo 1.658 e seguintes do Código Civil e seus reflexos nas transações de compra e venda.

Por este regime, comunicam-se os bens que sobrevierem ao casal, na constância do casamento, com as seguintes exceções:

I - os bens que cada cônjuge possuir ao casar, e os que lhe sobrevierem, na constância do casamento, por doação ou sucessão, e os sub-rogados em seu lugar;

II - os bens adquiridos com valores exclusivamente pertencentes a um dos cônjuges em sub-rogação dos bens particulares;

III – as obrigações anteriores ao casamento;

IV – as obrigações provenientes de atos ilícitos, salvo reversão em proveito do casal;

V – os bens de uso pessoal, os livros e instrumentos de profissão;

VI – os proventos do trabalho pessoal de cada cônjuge;

VII – as pensões, meios-soldos, montepios e outras rendas semelhantes.

Já os bens descritos abaixo, entram na comunhão de bens:

I - os bens adquiridos na constância do casamento por título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges;

II – os bens adquiridos por fato eventual, com ou sem o concurso de trabalho ou despesa anterior;

III – os bens adquiridos por doação, herança ou legado, em favor de ambos os cônjuges;

IV – as benfeitorias em bens particulares de cada cônjuge;

V – os frutos dos bens comuns, ou dos particulares de cada cônjuge, percebidos na constância do casamento, ou pendentes ao tempo de cessar a comunhão.

São incomunicáveis os bens cuja aquisição tiver por título uma causa anterior ao casamento.

Neste regime, presumem-se adquiridos na constância do casamento os bens móveis, quando não se provar que o foram em data anterior.

As dívidas contraídas no exercício da administração obrigam os bens comuns e particulares do cônjuge que os administra, e os do outro na razão do proveito que houver auferido.

Os bens da comunhão respondem pelas obrigações contraídas pelo marido ou pela mulher para atender aos encargos da família, às despesas de administração e às decorrentes de imposição legal.

As dívidas, contraídas por qualquer dos cônjuges na administração de seus bens particulares e em benefício destes, não obrigam os bens comuns.

Desta forma, é de suma importância a verificação do regime de bens dos Vendedores antes da aquisição de bem imóvel, para evitar qualquer problema futuro, principalmente a perda do bem.

Texto da Dra. Ana Paula M. Succi

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Atraso na entrega de imóvel pode parar na Justiça

Atrasos na entrega de imóveis adquiridos na planta são um problema para os consumidores. Porém, antes de tomar qualquer decisão, como suspender os pagamentos à construtora e correr o risco de se tornar réu de uma execução judicial ou mesmo de uma ação de rescisão de contrato, os compradores devem conhecer bem os seus direitos e buscar auxílio na Justiça.

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin, se o comprador perceber que o cronograma da obra está muito atrasado, pode fazer uma ação, passar a depositar o valor da prestação da compra do imóvel em juízo e pedir ao juiz que só libere os valores após a entrega do bem.

“A maioria dos contratos de compra de imóvel possuem uma cláusula prevendo atrasos na entrega variáveis de noventa a 180 dias. Porém, esta cláusula não é legal, sendo declarada nula pela Justiça. Só pode haver atraso em caso fortuito ou de força maior. Mesmo assim, o consumidor deve ser notificado sobre o que está acontecendo.”

Quando a obra for concluída, o comprador que fez os depósitos em juízo também pode pedir a um corretor que faça uma avaliação de preço de aluguel do imóvel. Com isto, pode entrar com outra ação pedindo para receber os valores de aluguel pelo período de atraso na entrega.

Já quando a obra está em eminência de ser concluída, o melhor é esperar pela entrega e, posteriormente, entrar com uma ação de indenização. De acordo com o Ibedec, a indenização normalmente é fixada pela Justiça entre 0,5% a 1% do valor de mercado do imóvel, multiplicado pelos meses de atraso.

Texto de Cintia Végas

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Imóveis usados estão até 30% mais caros em Salvador


Os lançamentos imobiliários que aqueceram o mercado de imóveis novos em Salvador provocaram reflexos no mercado dos usados também. Facilidade de acesso ao crédito, maior prazo de pagamento e juros menores permitiram o acesso de uma parcela da população ao mercado, antes dominado por empreendimentos de alto-padrão. A alta demanda, segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), provocou nos últimos dois anos a valorização de 30% em média dos imóveis usados na cidade, percentual que pode ser ainda maior em alguns bairros.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi), Sérgio Sampaio, diz que a facilidade de acesso ao crédito favoreceu especialmente a classe média, pessoas que procuram imóveis entre R$ 100 mil e R$ 200 mil. “Tem muita gente que comprou imóveis novos e pretende se desfazer do antigo, enquanto para outras pessoas, estes imóveis são uma opção mais barata, confortável e viável”, explica.

O segundo-vice-presidente do Creci, José Alberto Oliveira, explica que os imóveis usados vêm sendo procurados especialmente por quem não tem condições de pagar a prestação da poupança prévia e o aluguel ao mesmo tempo. “Antes, as pessoas tinham acesso a um crédito menor, porque os juros elevavam o valor das prestações. Com isso, o imóvel que o trabalhador tinha condições de pagar não era aquele onde ele gostaria de morar. Hoje, a pessoa tem um maior poder de compra e encontra nos usados a melhor opção”, disse.

Em alguns bairros, como Cabula e Pituaçu, segundo José Alberto, a valorização é ainda maior porque a procura nestes locais está superando, em muito a demanda de imóveis vazios. Este é o caso da artista plástica Cristina Queiroz, que há dois anos procura por um imóvel em bairros como Brotas e Federação. “Procuro um imóvel de três quartos e sei que com o espaço e conforto que eu procuro, só encontraria um novo de alto luxo, e isto está fora da minha realidade financeira”, comenta.

A artista plástica diz que além de estar fora de seu orçamento, os imóveis compactos que são oferecidos pelo mercado imobiliário não a interessam. Uma das maiores dificuldades de Cristina, porém, vem sendo o preço dos imóveis. “Tenho a entrada aplicada, mas o rendimento da minha aplicação não acompanha a valorização do mercado imobiliário, por isso hoje vou precisar contratar um financiamento muito maior se quiser comprar o mesmo imóvel que eu vislumbrava há dois anos”, relata.

Segundo Oliveira, do Creci, considerar a valorização de 30% dos imóveis usados ainda é uma posição conservadora. Isso porque, de acordo com ele, nestes bairros onde a procura é maior, a valorização também acompanha a demanda de mercado.

O gerente de habitação da Caixa Econômica Federal, Adelson Prata, comenta que este ano, 55% dos financiamentos concedidos pelo banco até agora foram para imóveis usados. O percentual é pouco menor que a média registrada em 2008, quando 60% das cartas de crédito foram para imóveis que já existem. Isso porque, em 2009, foram entregues as primeiras unidades construídas a partir do boom imobiliário.

Do início do ano até agora, a Caixa emitiu R$ 178 milhões em cartas de crédito só para a capital baiana. Cerca de 80% destes empréstimos foram em cartas de crédito de até R$ 130 mil. “Esta é a faixa de renda onde se concentra o maior déficit habitacional”, comentou Prata.

Fonte A Tarde on-line

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Demanda por imóveis menores e mais baratos é maioria na capital


Os imóveis de dois quartos, entre 60 e 70 metros quadrados e abaixo de R$ 200 mil são os campeões no ranking dos mais procurados no mercado imobiliário de Salvador. De janeiro a julho, foram assinados 4.523 contratos de financiamento imobiliário na Caixa Econômica Federal (CEF), sendo que 82% foram para imóveis de até R$ 100 mil, 17% entre R$ 100 mil e R$ 250 mil e somente 1% para acima de R$ 250 mil.

Só no primeiro semestre deste ano, cerca de 80% das 5,1 mil unidades comercializadas na Bahia se encaixam nesse perfil, segundo o conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-BA) e diretor da Brito & Amoedo, Luís Augusto Amoedo. No entanto, o empresário destaca que, embora os imóveis de dois quartos com preços de até R$ 200 mil representem o desejo da maioria dos clientes, as empresas ainda não conseguem atender a esta procura. “O mercado só produz metade da demanda. Contudo, com o programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida, o foco está se voltando para imóveis com valores mais baixos”, avalia Amoedo.

De acordo com o empresário do setor imobiliário Sílvio Agra, quanto maior o apartamento, menor o tamanho do mercado. Para cada cem unidades de quatro quartos são produzidas mil de dois quartos. Além de preços mais acessíveis, os imóveis com menos cômodos atendem ao novo perfil das famílias, que estão cada vez menores. Mas Agra lembra que, em tempos de boa produtividade no setor, há imóveis para todas as necessidades e bolsos. Eles são pensados e planejados de modo a contemplar todas as fatias do mercado. Ou seja, as ofertas atendem, proporcionalmente, ao déficit habitacional.

Tamanho da família

“Antes era muito comum se ter cinco, seis filhos. Por isso, existia a necessidade de imóveis com mais quartos. No entanto, as famílias estão diminuindo. Além disso, havia mais facilidade para a compra de imóveis maiores e também era maior o tempo de permanência no imóvel”, avalia o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, Samuel Prado, acrescentando que, atualmente, um dois quartos é um bom começo para quem sonha com a casa própria.

De acordo com o diretor de atendimento da Lopes Consultoria de Imóveis, Danilo Saito, a questão do preço é a que mais pesa para quem procura imóveis de dois quartos. “Como o mercado imobiliário oferece muitas opções em Salvador, o cliente procura o que cabe no bolso. Primeiro avalia se cabe na renda dele e só depois considera a localização”.

Pesquisa encomendada pela Ello Imóveis com um público de renda familiar entre R$ 1,5 mil e R$ 4,9 mil mostrou que 56% das famílias que querem adquirir um imóvel entre R$ 60 mil e R$ 200 mil, que se enquadram nas categorias super econômico e econômico, preferem casa. Os que elegem apartamento somam 39%. Os demais, optaram por village, terreno ou cobertura. O estudo mostrou ainda que os bairros mais procurados são Brotas, Itapuã, Cabula, Imbuí e Paralela.

Procura por unidades de até R$ 200 mil é árdua

Depois de assistir aos filhos casarem e saírem de casa, a funcionária pública aposentada Dina Machado, 58 anos, avaliou que o apartamento de três quartos era grande demais para ela e o marido. Só não contava que, para trocar o imóvel por um menor, teria dificuldade. “Foram três meses buscando um apartamento de dois quartos, e só agora encontrei um que atendia ao perfil que queríamos, de acordo com nosso bolso”, conta.

Ela buscou imóveis nas imediações de onde vive, no Jardim Apipema. Não que faltassem opções. O problema era encontrá-las abaixo de R$ 200 mil. “Encontrei de vários preços, até R$ 280 mil”, diz.

Foram justamente os preços elevados que jogaram água nos planos da fisioterapeuta Geisiane Lopes, 30 anos, de adquirir um imóvel na Barra, Ondina ou Pituba. “Encontrei muitos imóveis de dois quartos em construção, mas nessas regiões não encontrei nenhum abaixo de R$ 200 mil”, conta a fisioterapeuta que acabou fechando negócio em um dois quartos na região do Centro de Convenções. Embora vá morar sozinha, ela conta que preferiu uma unidade de dois quartos porque, como se trata de um investimento alto, considerou que não valeria a pena fazê-lo em um quarto e sala.

Fonte: Correio

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